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	<title>Fique por dentro &#8211; Fundação PoliSaber</title>
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	<description>Educação Inclusiva e Impacto Social</description>
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	<title>Fique por dentro &#8211; Fundação PoliSaber</title>
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		<title>Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6&#215;1 revela sobre o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil. Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/05/escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado-1024x683.jpg" alt="A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado.jpg" title="Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6x1 revela sobre o Brasil 1"></figure>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-fe66ce7d182550c4af53ad6fa534a75d" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-f689e20e8014ef7b3e3b578916f1004c" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas de trabalho impactam o direito ao estudo, ao descanso, à convivência e ao desenvolvimento humano.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-d3f40bf08483825977efb97d5e270008" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O artigo destaca ainda a importância de políticas públicas, responsabilidade social e integração entre educação e trabalho na construção de uma sociedade mais equilibrada e inclusiva.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O debate sobre o fim da escala 6&#215;1 voltou ao centro da agenda nacional. No Congresso, propostas avançam. Nas ruas e nas redes, pessoas relatam cansaço, exaustão e falta de tempo para viver.</p>



<p>O tema não é novo. A Constituição de 1988 já havia estabelecido limites à jornada de trabalho no Brasil, fixando as 44 horas semanais como referência. Mas a discussão que agora retorna com força vai além de um ajuste regulatório. Ela toca em uma questão muito mais antiga, a forma como organizamos o tempo da vida em sociedade.</p>



<p>Desde a revolução agrícola, passando pela industrial, o trabalho se tornou o principal organizador do tempo humano. O que muda no século XXI é que esse tempo, cada vez mais comprimido, passa a se apresentar como uma das formas mais raras e desiguais de riqueza.</p>



<p>A escala 6&#215;1 não é apenas um modelo de jornada. Ela expressa uma lógica mais profunda, na qual o tempo de descanso, de convivência, de estudo e de desenvolvimento pessoal se torna residual. Não por acaso, o debate ganhou força ao tocar em algo que muitas pessoas reconhecem antes mesmo de nomear, a sensação persistente de viver para trabalhar.</p>



<p>A falta de tempo não produz apenas cansaço físico. Ela altera a forma como pensamos, como decidimos e até como enxergamos o futuro. Quando o tempo se reduz ao trabalho, a vida se estreita. A atenção se fragmenta, o planejamento se enfraquece e o futuro deixa de ser projeto para se tornar apenas continuidade do presente.</p>



<p>Mas há um ponto que o debate ainda não enfrentou com a devida profundidade. Ele parte, quase sempre, da realidade do trabalho formal. E isso, no Brasil, já é uma limitação significativa.</p>



<p>Enquanto uma parcela da população discute a redução da jornada, outra sequer tem jornada a reduzir. São milhões de pessoas na informalidade, submetidas a rotinas imprevisíveis, sem direitos, sem proteção e, muitas vezes, sem qualquer controle sobre o próprio tempo. Nesse contexto, o problema não é apenas trabalhar demais. É não saber quando se vai trabalhar, quanto se vai ganhar e se haverá renda ao final do mês.</p>



<p>De um lado, a exaustão. De outro, a instabilidade. Em comum, a mesma consequência, a dificuldade de organizar a própria vida.</p>



<p>É nesse ponto que o debate sobre trabalho precisa encontrar a educação, ou, de forma mais ampla, o direito ao tempo de vida.</p>



<p>Quem trabalha seis dias por semana dificilmente encontra tempo e energia para estudar com qualidade. Quem vive do trabalho informal, muitas vezes, não consegue sequer sustentar uma rotina mínima de aprendizagem. Ainda assim, seguimos tratando a educação como se fosse um caminho igualmente acessível a todos.</p>



<p>Não é.</p>



<p>O estudante trabalhador vive um desafio silencioso. Frequenta aulas cansado, estuda de madrugada, perde continuidade, acumula lacunas. Em muitos casos, abandona. Quando permanece, o faz em condições muito mais difíceis do que aquelas enfrentadas por quem dispõe de tempo, estabilidade e apoio.</p>



<p>E essa desigualdade não começa na vida adulta.</p>



<p>Em regiões do Norte do Brasil, é comum que crianças se ausentem da escola durante períodos de colheita do açaí. Não se trata de uma exceção regional, mas de uma expressão visível de um problema nacional. O trabalho precoce atravessa a infância e compromete o tempo de vida, inclusive o tempo de aprender, em diferentes partes do país.</p>



<p>A trajetória é contínua. O tempo que falta na infância compromete a aprendizagem. A dificuldade se acumula na juventude. E, na vida adulta, o trabalho, formal ou informal, ocupa o espaço que poderia ser de estudo, descanso, convivência e desenvolvimento.</p>



<p>Mas há algo que raramente entra nesse debate. O que significa, afinal, ter tempo para viver?</p>



<p>Ter tempo para viver é poder estar com a família, participar de celebrações, construir vínculos, acompanhar o crescimento das crianças, cultivar amizades, ter momentos de descanso e até de contemplação. É poder existir para além da lógica produtiva.</p>



<p>Para muitas mulheres, esse tempo já não existe. Entre o trabalho remunerado, o cuidado com os filhos e filhas, as tarefas domésticas e, em alguns casos, o estudo, a jornada não termina. Ela se sobrepõe, se acumula, se fragmenta. A discussão sobre jornada de trabalho, quando desconsidera essa realidade, ignora que, para uma parcela significativa da população, o problema não é apenas a duração da jornada, mas a impossibilidade de interrompê-la.</p>



<p>O tempo não é apenas uma medida da economia. É também uma medida de desigualdade.</p>



<p>É por isso que o debate sobre a escala 6&#215;1 é importante, mas insuficiente.</p>



<p>É também por isso que o Congresso Nacional brasileiro precisa ampliar o alcance da discussão que hoje conduz. Reduzir a pauta à duração da jornada é tratar apenas parte do problema. É fundamental incorporar as diferentes realidades do trabalho no país, incluindo a informalidade, a condição do estudante trabalhador e as múltiplas jornadas que atravessam a vida de milhões de mulheres.</p>



<p>Mas a responsabilidade não se encerra no Legislativo.</p>



<p>O Poder Executivo tem papel decisivo na formulação de políticas públicas que articulem trabalho, educação e proteção social. E o setor empresarial precisa reconhecer que a forma como organiza o trabalho não é neutra. Ela define, na prática, o tempo de vida de milhões de pessoas.</p>



<p>Em um país marcado por cadeias produtivas extensas e desiguais, essa responsabilidade se amplia. Decisões tomadas nos níveis mais altos da produção repercutem na base, muitas vezes de forma invisível, comprimindo jornadas, ampliando a informalidade e reduzindo o tempo disponível para viver, estudar e se desenvolver.</p>



<p>Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de reconhecer que dignidade no trabalho é também uma escolha organizacional, econômica e social.</p>



<p>Sem essa corresponsabilidade entre Estado, empresas e sociedade, qualquer mudança será limitada.</p>



<p>No fundo, não estamos discutindo apenas modelos de jornada.</p>



<p>Estamos decidindo que tipo de sociedade estamos dispostos a sustentar, e quem poderá, de fato, viver nela com dignidade.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong></p>



<p class="has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-5e7d71edd8c751e8336f13a40341807e" style="color:#474747">Presidente da Fundação PoliSaber, organização dedicada à educação e ao desenvolvimento de soluções de impacto público, e diretor do Cursinho da Poli</p>



<div style="height:39px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Artigo publicado originalmente no site Congresso em Foco.</p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/118716/quem-tem-direito-ao-tempo" target="_blank" rel="noopener">Leia o artigo original no Congresso em Foco</a></p>
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		<item>
		<title>Professor Giba Alvarez comenta a Fuvest 2026 na Rádio Transamérica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 23:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026. Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026.<br><br>Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte do ensino médio brasileiro.<br><br>A Fuvest privilegiou leitura profunda, repertório cultural, interdisciplinaridade e a interpretação de fenômenos reais.<br><br>O professor também destacou a presença do inglês como linguagem científica e a necessidade de preparação sólida para a segunda fase, especialmente no que diz respeito à escrita clara e à maturidade intelectual.<br><br>A análise reafirma a missão do Cursinho da Poli: formar leitores do mundo, ampliar repertórios e preparar estudantes para os desafios da universidade pública com profundidade e responsabilidade.</p>



<p><strong><em>#CursinhoDaPoli #FUVEST2026 #USP #EducaçãoTransformadora #Vestibulares</em></strong></p>



<video src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4" type="video/mp4" controls style="width:100%; height: 500px">
</vídeo>
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		<title>Convocar o Futuro. Educação inclusiva, responsabilidade pública e decisões estruturais em 2026</title>
		<link>https://polisaber.org.br/convocar-o-futuro-educacao-responsabilidade-publica-e-decisoes-estruturais-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 13:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento. É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais. A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento.</p>



<p>É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais.</p>



<p>A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se organizam.</p>



<p>O risco desse processo não está na tecnologia em si, mas na perda da centralidade do humano nas decisões que moldam o futuro coletivo.</p>



<p>É nesse contexto que a educação se reafirma como infraestrutura social estratégica. Não como produto, promessa rápida ou ação isolada, mas como eixo estruturante da democracia, do desenvolvimento sustentável, da redução das desigualdades e da promoção de uma <strong>Educação inclusiva</strong> capaz de reconhecer e valorizar a diversidade social.</p>



<p>Educar é trabalhar com o tempo longo.</p>



<p>É reconhecer que formação não se mede apenas por resultados imediatos, mas pela capacidade de indivíduos e instituições compreenderem a realidade, tomarem decisões éticas e sustentarem projetos de longo prazo.</p>



<p>A Fundação PoliSaber atua a partir desse entendimento. Sua missão é articular educação, inovação e políticas públicas de forma responsável, compreendendo que juventudes, trabalho, tecnologia e democracia são dimensões inseparáveis do futuro que desejamos construir, tendo a <strong>Educação inclusiva</strong> como princípio orientador desse compromisso.</p>



<p>Convocar, para nós, não é acelerar agendas nem impor soluções.</p>



<p>Convocar é chamar empresas, governos, organizações e a sociedade civil à responsabilidade compartilhada sobre os caminhos que estamos abrindo (ou fechando) para as próximas gerações.</p>



<p>O futuro não acontece por inércia.</p>



<p>Ele é resultado das decisões que tomamos agora: nos investimentos que priorizamos, nas políticas que formulamos, nas tecnologias que escolhemos desenvolver e nas pessoas que decidimos formar.</p>



<p>Ao entrar em 2026, a Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com a educação como bem público, com a inovação ética e com a construção de soluções que ampliem o acesso, reduzam desigualdades e fortaleçam a democracia.</p>



<p>Seguimos convocando.<br>Seguimos construindo.<br>Seguimos comprometidos com o futuro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundação PoliSaber analisa a Fuvest 2026: leitura, cultura e formação crítica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 12:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas. Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.Essas exigências dialogam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas.<br><br>Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.<br>Essas exigências dialogam diretamente com a BNCC e com a necessidade de fortalecimento do Sistema Nacional de Educação.<br><br>O professor apontou que a dificuldade percebida pelos estudantes está menos nos conteúdos e mais na distância entre o vestibular e o modelo escolar vigente.<br>A entrevista reforça a importância de formar leitores críticos e culturalmente conectados para enfrentar os desafios contemporâneos.<br><br>A Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com uma educação que ultrapassa o conteudismo e promove uma formação ampla, ética e cultural.</p>



<p><strong><em>FundaçãoPoliSaber #Educação #BNCC #SNE #FormaçãoIntegral #LeituraCrítica #USP #FUVEST2026</em></strong></p>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4"></video></figure>
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		<title>Giba Alvarez na folha de São Paulo: Maratona de vestibulares exige conhecer formato de provas e escolher o que focar.</title>
		<link>https://polisaber.org.br/maratona-de-vestibulares-exige-conhecer-formato-de-provas-e-escolher-foco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 20:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretor do cursinho da Poli fala sobre preparação para o vestibular, em reportagem do caderno de Educação do Jornal Folha de S. Paulo. ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="display: none"><p style="font-size:1px">Diretor do cursinho da Poli fala sobre preparação para o vestibular, em reportagem do caderno de Educação do Jornal Folha de S. Paulo. ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ </p></div>



<p><br><em><strong>Resolver questões antigas, fazer simulados e organizar o tempo são apontados como chave para a reta final</strong></em></p>



<p>A maratona dos vestibulandos já começou. Assim como os corredores enfrentam desafios nos quilômetros finais, os estudantes também encaram suas dificuldades nos últimos trechos do percurso. Com provas de estilos e formatos distintos, surge a necessidade de encontrar estratégias e planos de estudos para diferentes vestibulares. Giovana Helena Rossetti, 17, está entre o grupo de milhões de candidatos que enfrentam a sequência provas em busca de uma vaga na universidade. Ainda indecisa sobre qual caminho seguir, ela decidiu apostar em áreas completamente diferentes: medicina e engenharia mecânica. <br><br>Só neste mês, a estudante fez a prova da Unicamp, no último final de semana, e a do Einstein, onde tentará medicina. Nos próximos dias, pretende participar dos processos seletivos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), também para medicina. E, no caso de engenharia mecânica, ela está inscrita na Fuvest e na FEI, no fim do mês. Isso além de dois finais de semana de Enem, em 9 e 16 de novembro. A rotina de Giovana é marcada pelas aulas do terceiro ano do ensino médio, preparo específico para os vestibulares e tarefas do dia a dia. “O tempo é a questão mais difícil para todo vestibulando, porque parece que não vai dar tempo de estudar”, afirma. Para o professor Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho Poli, o preparo vai além de revisar conteúdos: envolve planejamento para cada prova. “É importante que o estudante conheça o formato de cada uma. As provas não são iguais e a forma de avaliação muda a maneira de planejamento.” <br><br>Diante das diferenças de estilos dos vestibulares, é importante que o estudante conheça como cada exame é formulado e corrigido. O Enem, por exemplo, utiliza a TRI (Teoria de Resposta ao Item), um sistema que busca avaliar o conhecimento dos candidatos, reduzindo as chances de acerto a partir do chute. Já provas como o da Fuvest seguem modelos tradicionais de correção. <br><br>Por isso, o professor Matheus Nahas, do Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, recomenda que os candidatos conheçam os formatos específicos. “O estudante precisa conhecer o estilo de prova e de pergunta, e como as bancas acabam questionando os conteúdos. E, além disso, não é fazer [os itens] só para conhecer a prova e o estilo, é também para ver se existe alguma coerência e semelhança entre os anos”, afirma Nahas. <br><br>Seguindo essa lógica, Giovana montou a sua estratégia. “Eu tento aprofundar nos conteúdos que já sei. Por que aqueles que eu ainda não aprendi sinto que não vou aprender direito, então é melhor eu avançar naquilo que já sei.” Resolver questões antigas, fazer simulados e organizar o tempo são apontados como chave para a reta final Maratona de vestibulares exige conhecer formato de provas e escolher foco Folha de S.Paulo · 02 nov. 2025 · Lucas Leite Os estudos de Giovana começam assim que ela chega em casa, no final da tarde. A estudante organiza sua rotina de acordo com as aulas do dia. “Se hoje tive matemática, química e física, prefiro estudar essas matérias. Além de estar mais fresco na memória, sinto que o conteúdo fixa melhor na minha cabeça.” A vestibulanda também procura equilibrar o foco entre os novos conteúdos e as revisões, além de reservar tempo para separar as dúvidas e levar as questões para os professores. <br><br>Nessa reta final de preparação, uma das dúvidas comuns é o que priorizar nos estudos: reforçar as matérias em que tem mais dificuldade ou focar nos conteúdos que mais caem nos vestibulares? Nahas explica que a escolha depende da nota de corte e do curso desejado. Segundo ele, para os menos concorridos, o ideal é focar conteúdos mais recorrentes, independentemente da facilidade do estudante com o tema. <br><br>Outro aliado importante é o simulado. Além de ajudar na revisão, os testes também são fundamentais para treinar a gestão do tempo e no preparo psicológico. “O simulado também prepara para a dimensão do cansaço. É nele que o estudante aprende a ficar muito tempo sentado numa cadeira para fazer a prova e treina a atenção”, diz Alvarez. O professor Matheus Nahas lembra que é importante não abrir mão das atividades físicas e um sono regulado. “Tem dia que você vai chegar muito cansado e vai pensar, ‘nossa, eu preciso descansar’. É bom você manter constância”, afirma a estudante Giovana.</p>



<p><strong><em><a style="color: #2271B1 !important" href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/10/maratona-de-vestibulares-exige-conhecer-formato-de-provas-e-escolher-o-que-focar.shtml" data-type="link" data-id="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/10/maratona-de-vestibulares-exige-conhecer-formato-de-provas-e-escolher-o-que-focar.shtml" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para ver a matéria completa no site de Folha de São Paulo</a></em></strong></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Fundação PoliSaber na 8ª Reunião Ordinária da CNODS Comunicação, Educação e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://polisaber.org.br/fundacao-polisaber-na-8a-reuniao-ordinaria-da-cnods-comunicacao-educacao-e-cooperacao-para-o-desenvolvimento-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[A ética da palavra e a força da cooperação marcam o primeiro diado encontro em Brasília A Fundação PoliSaber participa da 8ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), realizada em Brasília nos dias 17 e 18 de outubro. O encontro reúne representantes do governo federal, da sociedade civil e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>A ética da palavra e a força da cooperação marcam o primeiro dia<br>do encontro em Brasília</em></strong></p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="525" class="wp-image-8342" style="width: 700px;" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025 10 17 at 15.26.30" title="Fundação PoliSaber na 8ª Reunião Ordinária da CNODS Comunicação, Educação e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável 3" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30.jpeg 1280w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-300x225.jpeg 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-1024x768.jpeg 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br>A Fundação PoliSaber participa da 8ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), realizada em Brasília nos dias 17 e 18 de outubro.<br><br>O encontro reúne representantes do governo federal, da sociedade civil e da academia para debater os desafios da sustentabilidade no Brasil e o papel das parcerias na aceleração da Agenda 2030, às vésperas da COP30.<br><br>Criada pelo Decreto nº 11.407/2023 e atualmente composta por 84 membros titulares, representantes do governo federal, representações subnacionais e sociedade civil, a CNODS tem caráter consultivo e paritário.<br><br>Sua missão é promover, acompanhar e difundir a implementação da Agenda 2030 no Brasil, fortalecendo a articulação entre políticas públicas, territórios e participação social.<br><br>As discussões do primeiro dia destacaram a importância de reafirmar a democracia, fortalecer o multilateralismo e traduzir a Agenda 2030 em políticas concretas e compreensíveis pela sociedade.<br><br>O Brasil é reconhecido como um espaço de resistência e inovação na agenda global de desenvolvimento sustentável, especialmente pela atuação plural da CNODS e dos Conselhos de Participação Popular.<br><br><strong>Comunicação, tecnologia e educação como tripé da sustentabilidade democrática</strong><br><br>Logo após o almoço, o presidente da Fundação PoliSaber e conselheiro da CNODS, professor Gilberto Alvarez Giusepone Junior, apresentou a reflexão “Comunicação, tecnologia e educação: o tripé da sustentabilidade democrática”.<br><br>Sua fala uniu conteúdo político, ético e pedagógico, propondo que a CNODS se consolide como um espaço de coaprendizagem entre governo e sociedade civil, no qual comunicar, inovar e educar são dimensões inseparáveis do desenvolvimento sustentável.<br><br><em>“Vivemos um tempo em que comunicar é exercer poder.</em><br><br><em>Quem define a narrativa, define o rumo do desenvolvimento.</em><br><br><em>Sem comunicação ética não há confiança; sem tecnologia justa não há soberania;<br><br>e sem educação permanente não há democracia.”</em><br><br>O professor apresentou também a proposta do Pacto pela Comunicação pelos ODS, iniciativa que busca integrar as dimensões ética, participativa e formativa da comunicação pública, promovendo transparência, inclusão e engajamento social na divulgação das ações ligadas à Agenda 2030.</p>



<p><strong>Oficina: O caminho para 2030 — parcerias e mobilização</strong><br><br>Na sequência, ocorreu a oficina “O caminho para 2030: Parcerias para fortalecer a democracia e acelerar os ODS”, que propôs um exercício coletivo de escuta, cooperação e criação conjunta. A atividade convidou os conselheiros a refletirem sobre o que os mobiliza a participar da CNODS e o que cada um escolhe deixar de lado para estar presente.<br><br>Em sua contribuição, o professor Giba destacou que a emoção e o afeto são forças políticas reais de mobilização.<br><br><em>“A política pública precisa voltar a ter alma. A cooperação nasce do afeto e da escuta — é isso que sustenta o trabalho conjunto e a confiança entre governo e sociedade.”</em><br><br>A oficina foi marcada por um ambiente de diálogo, escuta ativa e valorização das experiências humanas que sustentam as políticas públicas. O tom de cooperação abriu caminho para as dinâmicas finais em grupos temáticos, que consolidaram propostas concretas para os próximos meses.<br><br><strong>Grupo 1: Monitoramento e Avaliação — dados que viram decisões</strong><br><br>No encerramento do primeiro dia, o professor Giba integrou o Grupo 1: Monitoramento e Avaliação da Agenda 2030, que discutiu o papel das plataformas e comissões na consolidação de sistemas públicos de acompanhamento dos ODS.<br><br>O grupo chegou a um consenso: as plataformas e comissões são elos entre o dado e a decisão, responsáveis por transformar informação em política pública e garantir a legitimidade do processo de monitoramento. A síntese das contribuições destacou quatro funções centrais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Integrar indicadores oficiais (IBGE, Ipea) e comunitários, evitando duplicações e lacunas.<br></li>



<li>Criar comunidades de prática, conectando ministérios, prefeituras e organizações sociais para leitura conjunta dos dados.<br></li>



<li>Fortalecer a transparência e a confiança pública, combatendo a desinformação.<br></li>



<li>Dar visibilidade territorial, mostrando onde os avanços ocorrem e onde persistem desigualdades.</li>
</ol>



<p>Dar visibilidade territorial, mostrando onde os avanços ocorrem e onde persistem desigualdades.<br>A contribuição reforçou o compromisso da Fundação PoliSaber com o uso ético e educativo das tecnologias de informação, defendendo que monitorar é mais do que medir, é aprender coletivamente com os resultados.</p>



<p><br><strong>Síntese e legado</strong></p>



<p><br>As participações da Fundação PoliSaber no primeiro dia consolidaram uma presença articuladora e propositiva dentro da CNODS. O professor Giba apresentou uma visão que une técnica e sensibilidade: comunicar com ética, cooperar com propósito e educar para a sustentabilidade democrática.<br><br>O Pacto pela Comunicação pelos ODS, proposto durante sua fala, nasce dessa síntese: uma convocação para que instituições públicas e privadas assumam a responsabilidade de comunicar com ética, inspirar com verdade e mobilizar com esperança.</p>
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		<title>Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 19:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação PoliSaber teve a honra de participar da Primeira Roda de Conversa “O Conselho Quer Ouvir”, promovida pelo Conselho Nacional do SESI e realizada no auditório da FIESP. O evento reuniu especialistas e representantes de diversas instituições para debater estratégias educacionais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade. Nossa equipe teve a oportunidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A Fundação PoliSaber</strong> teve a honra de participar da <strong>Primeira Roda de Conversa “O Conselho Quer Ouvir”, </strong>promovida pelo <strong>Conselho Nacional do SESI</strong> e realizada no auditório da <strong>FIESP</strong>. O evento reuniu especialistas e representantes de diversas instituições para debater <strong>estratégias educacionais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade.</strong></p>



<p>Nossa equipe teve a oportunidade de compartilhar os aprendizados e desafios da atuação com as <strong>pessoas privadas de liberdade (PPL),</strong> destacando os impactos e avanços dos projetos desenvolvidos dentro do <strong>sistema prisional</strong>. Em uma troca enriquecedora, dividimos a mesa com a <strong>Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (FUNAP),</strong> discutindo os resultados das iniciativas híbridas que vêm sendo implementadas e o fortalecimento dos laços entre educadores e educandos neste contexto.</p>



<p>O evento contou com a participação de importantes lideranças do setor educacional e de políticas públicas, entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fausto Augusto Junior</strong>, presidente do Conselho Nacional do SESI, que conduziu a mediação do encontro;</li>



<li><strong>Rita Figueiredo</strong>, supervisora técnica estadual do SESI-SP, que compartilhou experiências sobre educação para populações vulneráveis;</li>



<li><strong>Alexandre Pflug</strong>, superintendente do SESI-SP;</li>



<li><strong>Alexandre Cabrera</strong>, superintendente da FUNAP;</li>



<li><strong>Emerson Rodríguez Sanches</strong>, diretor da Unidade Prisional CPD II de Guarulhos;</li>



<li><strong>Cláudio Aparecido da Silva</strong>, ex-Ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo.</li>
</ul>



<p>O encerramento ficou a cargo do <strong>Padre Júlio Renato Lancellotti, Vigário Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo</strong> e pároco da <strong>Paróquia São Miguel Arcanjo</strong>, que trouxe reflexões valiosas a partir de sua atuação tanto no <strong>sistema prisional feminino</strong> quanto nos projetos voltados à população em <strong>situação de rua de São Paulo</strong>. Sua fala reforçou a importância de <strong>iniciativas pedagógicas inovadoras e inclusivas</strong>, ampliando o alcance da educação como ferramenta de transformação social.<br><br>Representando a <strong>Fundação PoliSaber</strong>, participaram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gilberto Alvarez</strong>, diretor-presidente da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Flávia Almeida</strong>, diretora-executiva da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Teo Sidarta</strong>, diretor pedagógico da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Emerson Bezerra Junior</strong>, professor de Ciências da Natureza;</li>



<li><strong>Renato Fonseca</strong>, professor de Linguagens;</li>



<li><strong>Rui Calaeresi</strong>, professor de Ciências Humanas;</li>



<li><strong>Caio Fábio Almeida</strong>, professor de Ciências da Natureza.</li>
</ul>



<p>O evento foi uma excelente oportunidade para <strong>fortalecer parcerias, trocar experiências e ampliar iniciativas de reintegração social.</strong> Seguimos comprometidos com o desenvolvimento de <strong>projetos construídos em parceria com organizações da sociedade civil, empresas e governos</strong>, garantindo uma <strong>educação de qualidade para todos e promovendo inclusão e transformação na vida das pessoas.</strong></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="679" data-id="7831" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s3-1-1024x679.png" alt="s3 1" class="wp-image-7831" title="Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir” 4" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s3-1-1024x679.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s3-1-300x199.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s3-1-768x509.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s3-1.png 1036w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="676" data-id="7832" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s4-1-1024x676.png" alt="s4 1" class="wp-image-7832" title="Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir” 5" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s4-1-1024x676.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s4-1-300x198.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s4-1-768x507.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s4-1.png 1034w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" data-id="7833" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s1-1-1024x681.png" alt="s1 1" class="wp-image-7833" title="Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir” 6" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s1-1-1024x681.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s1-1-300x200.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s1-1-768x511.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s1-1.png 1040w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="673" data-id="7834" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-1024x673.png" alt="s2 1" class="wp-image-7834" title="Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir” 7" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-1024x673.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-300x197.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-768x505.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1.png 1033w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Gilberto Alvarez destaca inovação e sustentabilidade no2º Simpósio de Tecnologia e ESG do Hospital Amaral Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 19:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Com representantes de 45 cidades, evento promoveureflexão sobre a integração de práticas ESG no setor de saúde O Professor Gilberto Alvarez, Presidente da Fundação PoliSaber, foi destaque no 2º Simpósio de Tecnologia e ESG do Hospital Amaral Carvalho, onde apresentou a palestra “Sustentabilidade: a sexta onda de inovação”. Durante o evento, que teve como objetivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com representantes de 45 cidades, evento promoveu<br>reflexão sobre a integração de práticas ESG no setor de saúde</p>



<p>O Professor Gilberto Alvarez, Presidente da Fundação PoliSaber, foi destaque no <strong>2º Simpósio de Tecnologia e ESG do Hospital Amaral Carvalho</strong>, onde apresentou a palestra “Sustentabilidade: a sexta onda de inovação”. Durante o evento, que teve como objetivo promover a troca de experiências, debates e discussões entre os profissionais e participantes para juntos melhorarmos a qualidade do atendimento ao paciente, ele compartilhou insights sobre a integração de práticas sustentáveis no ambiente corporativo e tecnológico, além de ressaltar a importância da educação e inovação nesse processo.</p>



<p>O simpósio reuniu representantes de aproximadamente 45 cidades do estado de São Paulo, incluindo instituições de saúde, tecnologia e voluntariado, abrangendo empresas privadas, públicas, hospitais filantrópicos e voluntários. De acordo com Amílcar Marcel de Souza, moderador do painel, o evento trouxe uma reflexão profunda sobre a incorporação dos princípios de sustentabilidade e ESG na gestão empresarial.</p>



<p>&nbsp;“Esse painel foi um momento balizador de conceitos, explorando o que é sustentabilidade, o que é ESG e como esses conceitos se integram à gestão de empresas”, comenta Souza.</p>



<p>Para Gilberto Alvarez, a abordagem da sustentabilidade vai além de uma prática empresarial, sendo essencial para a continuidade da vida no planeta. “Os desafios do século XXI pedem uma perspectiva de sustentabilidade que assegure não apenas a manutenção dos negócios, mas também a preservação da vida no planeta, seja ela social ou natural”, destacou.</p>



<p>O painel teve um caráter provocador, propondo uma análise crítica sobre como ferramentas de gestão, tecnologia e responsabilidade ambiental podem contribuir para o futuro da humanidade, com aplicação de práticas ESG que beneficiem não apenas o setor de saúde, mas a sociedade como um todo.</p>
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		<title>PoliSaber e Cursinho da Poli recebem superintendente da FUNAP  para falar sobre educação e seu impacto positivo na vida dos detentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 19:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria entre as instituições já se estende por mais de 20 anos e prepara indivíduos para um retorno bem-sucedido à sociedade A educação dentro das penitenciárias desempenha um papel crucial na ressocialização daqueles que estão detentos. Sabendo disso, é que a Fundação PoliSaber recebeu essa semana&#160;Mauro Lopes dos Santos, superintendente da FUNAP, o chefe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A parceria entre as instituições já se estende por mais de 20 anos e prepara indivíduos para um retorno bem-sucedido à sociedade</em></p>



<p><br>A educação dentro das penitenciárias desempenha um papel crucial na ressocialização daqueles que estão detentos. Sabendo disso, é que a Fundação PoliSaber recebeu essa semana&nbsp;Mauro Lopes dos Santos, superintendente da FUNAP, o chefe de Gabinete José Marcos Holsapfel e Alexandre Cabrera, Superintendente do DIAPH. O encontro teve o objetivo de falar sobre o ensino como meio de transformar a vida de pessoas.</p>



<p>Na ocasião, Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli e presidente da Fundação PoliSaber, &nbsp;destacou sobre o compromisso que ambos têm em direcionar todos os esforços para garantir o cumprimento da Agenda 2030 da ONU, que envolve educação de qualidade.</p>



<p>&#8220;A educação dentro das prisões não beneficia apenas os detentos, mas também a sociedade como um todo. Quando os detentos são preparados para empregos significativos e produtivos, eles têm menos probabilidade de recorrer ao crime para sobreviver. Isso resulta em comunidades mais seguras e uma redução da carga sobre o sistema de justiça criminal, explica Mauro Lopes, da FUNAP.</p>



<p>Durante a visita, Gilberto Alvarez destacou a importância de levar o Cursinho da Poli para dentro dos presídios, trazendo a possibilidade da formação do ensino médio pelo ENADE e a entrada no ensino superior pelo ENEM.</p>



<p>Vale destacar que a parceria entre as instituições já se estende por mais de duas décadas e tem se mostrado uma ferramenta eficaz na educação e preparação para a reinserção desses indivíduos no convívio social. Além das reeducandos da Penitenciária Feminina da Capital, o projeto também beneficia reeducandos do CDP I do Belém e CDP II do Belém.</p>



<p>“Nosso extensivo, oferecido pela Fundação Polisaber nos espaços da FUNAP na Cidade de São Paulo de segunda à sexta e também na unidade Tatuapé do próprio Cursinho da Poli aos sábados, atende detentas e detentos que cumprem o regime semiaberto e proporciona um percurso educacional completo e enriquecedor. Além disso, os estudantes tem a oportunidade de reintegração à sociedade por meio de oportunidades por meio do ENEM e do ENADE”, finaliza Alvarez.&nbsp;</p>
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		<title>JTV: PRACARREIRAS &#8211; Escolhendo sua carreira: dicas para evitar o arrependimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2020 11:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Em webinar para jovens estudantes, oferecido anualmente pelo Cursinho da Poli, mostra como escolher sua carreira, o jornalista e apresentador Serginho Groisman falou da importância de estudar e de usar o tempo livre durante a pandemia. Confira a Matéria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> Em webinar para jovens estudantes, oferecido anualmente pelo Cursinho da Poli, mostra como escolher sua carreira, o jornalista e apresentador Serginho Groisman falou da importância de estudar e de usar o tempo livre durante a pandemia. </p>



<p><a href="https://pracarreiras.com.br/como-escolher-sua-carreira-e-nao-se-arrepender/" target="_blank" rel="noopener">Confira a Matéria</a></p>
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