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	<title>Fundação PoliSaber</title>
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	<description>Educação Inclusiva e Impacto Social</description>
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		<title>Novo Plano Nacional de Educação: entre metas, aprendizagem e significado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cursinho da Poli]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Equidade Educacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação PoliSaber]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Alvarez Giusepone Junior]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[PNE 2026-2036]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre rotas e caminhos: o desafio do novo Plano Nacional de Educação O Brasil acaba de sancionar um novo Plano Nacional de Educação, instituído como política de Estado para o período de 2026 a 2036. Trata-se de um marco relevante para a organização das políticas educacionais no país, não apenas por seu conteúdo, mas pelo [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1024x683.png" alt="Plano Nacional de Educação PNE 2026-2036 e os desafios da educação brasileira" class="wp-image-8597" title="Novo Plano Nacional de Educação: entre metas, aprendizagem e significado 1" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1024x683.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-300x200.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-768x512.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1536x1025.png 1536w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao.png 1541w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A sanção do novo Plano Nacional de Educação (PNE), válido para o período de 2026 a 2036, inaugura uma nova etapa para as políticas educacionais brasileiras. Com metas, estratégias e mecanismos de monitoramento mais estruturados, o plano busca fortalecer a aprendizagem, ampliar a equidade e aperfeiçoar a coordenação entre União, estados e municípios.<br>Mas, para além dos indicadores e instrumentos de gestão, permanece uma questão fundamental: como garantir que a educação continue reconhecendo as singularidades dos estudantes, das escolas e dos territórios?<br>Neste artigo, Gilberto Alvarez Giusepone Junior, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe uma reflexão sobre os desafios do novo ciclo educacional brasileiro, abordando temas como governança, autonomia, aprendizagem, permanência e a centralidade das relações humanas nos processos educativos.<br>Leia o artigo na íntegra.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre rotas e caminhos: o desafio do novo Plano Nacional de Educação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil acaba de sancionar um novo Plano Nacional de Educação, instituído como política de Estado para o período de 2026 a 2036.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um marco relevante para a organização das políticas educacionais no país, não apenas por seu conteúdo, mas pelo momento em que surge: após uma década em que o plano anterior, aprovado em 2014, teve parte de suas metas não cumpridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE nasce mais estruturado e com maior capacidade de organização sistêmica. Com 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias, incorpora mecanismos de monitoramento contínuo e se articula ao Sistema Nacional de Educação, recentemente aprovado, que busca fortalecer a cooperação entre União, estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao estabelecer avaliações periódicas, metas claras e responsabilidades compartilhadas, o país dá um passo importante na tentativa de transformar planejamento em execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos aspectos, o novo PNE se assemelha a um sofisticado sistema de navegação. Ele estabelece direções, organiza prioridades, acompanha trajetórias e permite corrigir desvios ao longo do percurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de anos em que o principal desafio foi ampliar o acesso à escola, o plano sinaliza uma inflexão relevante: o foco agora recai sobre a aprendizagem, a equidade e a trajetória educacional dos estudantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse avanço não é trivial. A introdução de metas relacionadas ao desempenho, à alfabetização na idade adequada e à conclusão das etapas escolares representa uma mudança importante no modo como o país compreende seus desafios educacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que antes era medido pela presença na escola passa a ser avaliado também pela qualidade do percurso formativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há uma questão central que merece atenção: nenhum sistema de navegação, por mais preciso que seja, substitui o território real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A educação acontece em espaços concretos, marcados por histórias, identidades, desigualdades e relações humanas que não cabem integralmente em indicadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o plano se limita a organizar rotas, sem considerar a complexidade do caminho, corre o risco de produzir deslocamentos formais, sem garantir que a experiência educacional seja, de fato, significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que o Sistema Nacional de Educação, também recentemente aprovado, assume papel central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao estruturar a governança federativa, criar instâncias de pactuação e estabelecer mecanismos de acompanhamento, o SNE oferece as condições institucionais para que o PNE seja executado de forma mais coordenada. Trata-se de um avanço necessário em um país historicamente marcado pela fragmentação de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a mesma estrutura que pode fortalecer a coordenação pode, se mal conduzida, induzir a uma padronização excessiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao organizar o sistema em torno de metas nacionais, indicadores comparáveis e ciclos regulares de avaliação, há o risco de que a diversidade educacional brasileira seja reduzida a parâmetros comuns que nem sempre dialogam com as realidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um país continental, com profundas desigualdades regionais e culturais, a busca por equidade não pode significar homogeneização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o ponto de tensão mais delicado do novo ciclo educacional: equilibrar coordenação e autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, é inegável a necessidade de um sistema mais articulado, capaz de garantir direitos educacionais mínimos em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De outro, é igualmente fundamental preservar a capacidade das escolas de dialogar com seus contextos, construir projetos pedagógicos próprios e reconhecer as identidades dos estudantes que atendem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esse equilíbrio se perde, o risco é claro: a escola passa a ser compreendida como uma unidade de desempenho, e não como um espaço vivo de formação humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, emerge um segundo desafio, ainda pouco explorado no debate público: a centralidade da relação pedagógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprendizagem não se realiza exclusivamente por metas ou indicadores, mas pela qualidade da interação entre educador e estudante, pela mediação intencional do conhecimento e pela capacidade de construir sentido a partir da experiência escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao valorizar o monitoramento e os resultados, o novo PNE avança em relação ao passado. Ainda assim, se não for acompanhado de uma reflexão mais profunda sobre as condições concretas de ensino e aprendizagem, pode reforçar uma compreensão restrita de educação, na qual o estudante se torna um dado estatístico e o professor, um executor de metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda um terceiro ponto que merece atenção: a diferença entre acesso, aprendizagem e permanência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil avançou de forma significativa na garantia do acesso à escola. O novo plano busca avançar na aprendizagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o desafio da permanência qualificada, aquela que reconhece o estudante em sua integralidade, sem exigir que ele abandone sua identidade para se adaptar ao sistema, permanece como uma agenda em aberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, falar em equidade exige ir além da distribuição de oportunidades. Exige reconhecer trajetórias, contextos e formas diversas de aprender. Exige, sobretudo, compreender que inclusão não se resume à presença na escola, mas envolve pertencimento, participação e desenvolvimento pleno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE, ao estabelecer metas e diretrizes para a próxima década, cria uma oportunidade concreta de avanço. Ainda assim, seu sucesso não dependerá apenas da qualidade de sua formulação ou da robustez de seus mecanismos de monitoramento. Dependerá, sobretudo, da forma como será implementado nos territórios, nas redes e, principalmente, nas escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio do Brasil, nos próximos dez anos, não será apenas cumprir metas, mas transformar essas metas em experiências educacionais significativas e efetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que seguir rotas previamente definidas, será necessário garantir que o percurso educacional faça sentido para quem o percorre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o risco do novo PNE não está apenas em não ser cumprido, mas em ser executado de forma tecnicamente eficiente e pedagogicamente limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, ao contrário de um sistema de navegação, a educação não se realiza apenas ao chegar ao destino; ela se constrói no caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong> é presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli. Atua na área educacional com foco em políticas públicas, formação de educadores e democratização do acesso ao ensino superior. Integra a Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS).</p>



<p class="is-style-default wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6&#215;1 revela sobre o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil. Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/05/escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado-1024x683.jpg" alt="A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado.jpg" title="Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6x1 revela sobre o Brasil 2"></figure>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-fe66ce7d182550c4af53ad6fa534a75d wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-f689e20e8014ef7b3e3b578916f1004c wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas de trabalho impactam o direito ao estudo, ao descanso, à convivência e ao desenvolvimento humano.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-d3f40bf08483825977efb97d5e270008 wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O artigo destaca ainda a importância de políticas públicas, responsabilidade social e integração entre educação e trabalho na construção de uma sociedade mais equilibrada e inclusiva.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:14px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O tema não é novo. A Constituição de 1988 já havia estabelecido limites à jornada de trabalho no Brasil, fixando as 44 horas semanais como referência. Mas a discussão que agora retorna com força vai além de um ajuste regulatório. Ela toca em uma questão muito mais antiga, a forma como organizamos o tempo da vida em sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a revolução agrícola, passando pela industrial, o trabalho se tornou o principal organizador do tempo humano. O que muda no século XXI é que esse tempo, cada vez mais comprimido, passa a se apresentar como uma das formas mais raras e desiguais de riqueza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escala 6&#215;1 não é apenas um modelo de jornada. Ela expressa uma lógica mais profunda, na qual o tempo de descanso, de convivência, de estudo e de desenvolvimento pessoal se torna residual. Não por acaso, o debate ganhou força ao tocar em algo que muitas pessoas reconhecem antes mesmo de nomear, a sensação persistente de viver para trabalhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de tempo não produz apenas cansaço físico. Ela altera a forma como pensamos, como decidimos e até como enxergamos o futuro. Quando o tempo se reduz ao trabalho, a vida se estreita. A atenção se fragmenta, o planejamento se enfraquece e o futuro deixa de ser projeto para se tornar apenas continuidade do presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há um ponto que o debate ainda não enfrentou com a devida profundidade. Ele parte, quase sempre, da realidade do trabalho formal. E isso, no Brasil, já é uma limitação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto uma parcela da população discute a redução da jornada, outra sequer tem jornada a reduzir. São milhões de pessoas na informalidade, submetidas a rotinas imprevisíveis, sem direitos, sem proteção e, muitas vezes, sem qualquer controle sobre o próprio tempo. Nesse contexto, o problema não é apenas trabalhar demais. É não saber quando se vai trabalhar, quanto se vai ganhar e se haverá renda ao final do mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, a exaustão. De outro, a instabilidade. Em comum, a mesma consequência, a dificuldade de organizar a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que o debate sobre trabalho precisa encontrar a educação, ou, de forma mais ampla, o direito ao tempo de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem trabalha seis dias por semana dificilmente encontra tempo e energia para estudar com qualidade. Quem vive do trabalho informal, muitas vezes, não consegue sequer sustentar uma rotina mínima de aprendizagem. Ainda assim, seguimos tratando a educação como se fosse um caminho igualmente acessível a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudante trabalhador vive um desafio silencioso. Frequenta aulas cansado, estuda de madrugada, perde continuidade, acumula lacunas. Em muitos casos, abandona. Quando permanece, o faz em condições muito mais difíceis do que aquelas enfrentadas por quem dispõe de tempo, estabilidade e apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa desigualdade não começa na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em regiões do Norte do Brasil, é comum que crianças se ausentem da escola durante períodos de colheita do açaí. Não se trata de uma exceção regional, mas de uma expressão visível de um problema nacional. O trabalho precoce atravessa a infância e compromete o tempo de vida, inclusive o tempo de aprender, em diferentes partes do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória é contínua. O tempo que falta na infância compromete a aprendizagem. A dificuldade se acumula na juventude. E, na vida adulta, o trabalho, formal ou informal, ocupa o espaço que poderia ser de estudo, descanso, convivência e desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há algo que raramente entra nesse debate. O que significa, afinal, ter tempo para viver?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter tempo para viver é poder estar com a família, participar de celebrações, construir vínculos, acompanhar o crescimento das crianças, cultivar amizades, ter momentos de descanso e até de contemplação. É poder existir para além da lógica produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas mulheres, esse tempo já não existe. Entre o trabalho remunerado, o cuidado com os filhos e filhas, as tarefas domésticas e, em alguns casos, o estudo, a jornada não termina. Ela se sobrepõe, se acumula, se fragmenta. A discussão sobre jornada de trabalho, quando desconsidera essa realidade, ignora que, para uma parcela significativa da população, o problema não é apenas a duração da jornada, mas a impossibilidade de interrompê-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo não é apenas uma medida da economia. É também uma medida de desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o debate sobre a escala 6&#215;1 é importante, mas insuficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É também por isso que o Congresso Nacional brasileiro precisa ampliar o alcance da discussão que hoje conduz. Reduzir a pauta à duração da jornada é tratar apenas parte do problema. É fundamental incorporar as diferentes realidades do trabalho no país, incluindo a informalidade, a condição do estudante trabalhador e as múltiplas jornadas que atravessam a vida de milhões de mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a responsabilidade não se encerra no Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Poder Executivo tem papel decisivo na formulação de políticas públicas que articulem trabalho, educação e proteção social. E o setor empresarial precisa reconhecer que a forma como organiza o trabalho não é neutra. Ela define, na prática, o tempo de vida de milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um país marcado por cadeias produtivas extensas e desiguais, essa responsabilidade se amplia. Decisões tomadas nos níveis mais altos da produção repercutem na base, muitas vezes de forma invisível, comprimindo jornadas, ampliando a informalidade e reduzindo o tempo disponível para viver, estudar e se desenvolver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de reconhecer que dignidade no trabalho é também uma escolha organizacional, econômica e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem essa corresponsabilidade entre Estado, empresas e sociedade, qualquer mudança será limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, não estamos discutindo apenas modelos de jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos decidindo que tipo de sociedade estamos dispostos a sustentar, e quem poderá, de fato, viver nela com dignidade.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong></p>



<p class="has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-5e7d71edd8c751e8336f13a40341807e wp-block-paragraph" style="color:#474747">Presidente da Fundação PoliSaber, organização dedicada à educação e ao desenvolvimento de soluções de impacto público, e diretor do Cursinho da Poli</p>



<div style="height:39px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Artigo publicado originalmente no site Congresso em Foco.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/118716/quem-tem-direito-ao-tempo" target="_blank" rel="noopener">Leia o artigo original no Congresso em Foco</a></p>
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		<title>Professor Giba Alvarez comenta a Fuvest 2026 na Rádio Transamérica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 23:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026. Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026.<br><br>Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte do ensino médio brasileiro.<br><br>A Fuvest privilegiou leitura profunda, repertório cultural, interdisciplinaridade e a interpretação de fenômenos reais.<br><br>O professor também destacou a presença do inglês como linguagem científica e a necessidade de preparação sólida para a segunda fase, especialmente no que diz respeito à escrita clara e à maturidade intelectual.<br><br>A análise reafirma a missão do Cursinho da Poli: formar leitores do mundo, ampliar repertórios e preparar estudantes para os desafios da universidade pública com profundidade e responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>#CursinhoDaPoli #FUVEST2026 #USP #EducaçãoTransformadora #Vestibulares</em></strong></p>



<video src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4" type="video/mp4" controls style="width:100%; height: 500px">
</vídeo>
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		<title>Convocar o Futuro. Educação inclusiva, responsabilidade pública e decisões estruturais em 2026</title>
		<link>https://polisaber.org.br/convocar-o-futuro-educacao-responsabilidade-publica-e-decisoes-estruturais-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 13:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento. É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais. A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se organizam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O risco desse processo não está na tecnologia em si, mas na perda da centralidade do humano nas decisões que moldam o futuro coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que a educação se reafirma como infraestrutura social estratégica. Não como produto, promessa rápida ou ação isolada, mas como eixo estruturante da democracia, do desenvolvimento sustentável, da redução das desigualdades e da promoção de uma <strong>Educação inclusiva</strong> capaz de reconhecer e valorizar a diversidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Educar é trabalhar com o tempo longo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É reconhecer que formação não se mede apenas por resultados imediatos, mas pela capacidade de indivíduos e instituições compreenderem a realidade, tomarem decisões éticas e sustentarem projetos de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação PoliSaber atua a partir desse entendimento. Sua missão é articular educação, inovação e políticas públicas de forma responsável, compreendendo que juventudes, trabalho, tecnologia e democracia são dimensões inseparáveis do futuro que desejamos construir, tendo a <strong>Educação inclusiva</strong> como princípio orientador desse compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convocar, para nós, não é acelerar agendas nem impor soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convocar é chamar empresas, governos, organizações e a sociedade civil à responsabilidade compartilhada sobre os caminhos que estamos abrindo (ou fechando) para as próximas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro não acontece por inércia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é resultado das decisões que tomamos agora: nos investimentos que priorizamos, nas políticas que formulamos, nas tecnologias que escolhemos desenvolver e nas pessoas que decidimos formar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao entrar em 2026, a Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com a educação como bem público, com a inovação ética e com a construção de soluções que ampliem o acesso, reduzam desigualdades e fortaleçam a democracia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguimos convocando.<br>Seguimos construindo.<br>Seguimos comprometidos com o futuro.</p>
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		<title>Fundação PoliSaber analisa a Fuvest 2026: leitura, cultura e formação crítica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 12:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas. Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.Essas exigências dialogam [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas.<br><br>Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.<br>Essas exigências dialogam diretamente com a BNCC e com a necessidade de fortalecimento do Sistema Nacional de Educação.<br><br>O professor apontou que a dificuldade percebida pelos estudantes está menos nos conteúdos e mais na distância entre o vestibular e o modelo escolar vigente.<br>A entrevista reforça a importância de formar leitores críticos e culturalmente conectados para enfrentar os desafios contemporâneos.<br><br>A Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com uma educação que ultrapassa o conteudismo e promove uma formação ampla, ética e cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>FundaçãoPoliSaber #Educação #BNCC #SNE #FormaçãoIntegral #LeituraCrítica #USP #FUVEST2026</em></strong></p>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4"></video></figure>
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		<title>Educação Inclusiva e Inclusão social: um novo horizonte para o ambiente escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 02:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Inclusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[A verdadeira educação inclusiva não é um programa, nem uma sigla na moda. É uma ecologia institucional A escola que sonhamos é como uma floresta. Diversa, interconectada, viva. Mas a escola que herdamos ainda se assemelha às fábricas da modernidade: organizada por setores, controlada por centros decisórios, padronizada em sua lógica e seus ritmos. Vivemos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A verdadeira educação inclusiva não é um programa, nem uma sigla na moda. É uma ecologia institucional</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A escola que sonhamos é como uma floresta. Diversa, interconectada, viva. Mas a escola que herdamos ainda se assemelha às fábricas da modernidade: organizada por setores, controlada por centros decisórios, padronizada em sua lógica e seus ritmos. Vivemos, portanto, um tempo-limite. Se quisermos promover o acesso, a diversidade e a inclusão, não basta abrir as portas da escola a novos corpos e identidades. É preciso refazer seus alicerces, revisitar sua ancestralidade e reconstruir seu projeto pedagógico com base em princípios de <strong>educação inclusiva</strong>, que reconheçam e acolham as diferenças como parte constitutiva do processo educativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cientista italiano Stefano Mancuso, no livro <em>A Revolução das Plantas: um novo modelo para o futuro</em> (Ubu Editora, 2019), nos alerta: nossas tecnologias e formas de organização social imitam o sistema nervoso central humano, com seu centro de comando e seus canais unidirecionais de controle. A escola, nessa perspectiva, torna-se uma extensão dessa arquitetura “neuronocêntrica”, em que poucas vozes decidem e a maioria executa. Mas e se olhássemos para as plantas como inspiração? E se a escola fosse pensada como um organismo de inteligência distribuída, como uma rede de rizomas que se transforma e aprende coletivamente, a partir da diversidade de seus sujeitos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdadeira inclusão não é um programa, nem uma sigla na moda. É uma ecologia institucional. Significa abandonar a lógica da integração, que apenas acomoda a diferença, e abraçar a inclusão como transformação do ambiente. Uma escola inclusiva é aquela que se adapta criativamente aos diferentes ritmos de aprendizagem, que respeita trajetórias, que não se limita a rotular por metodologias genéricas ou modelos importados, como STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) ou PBL (Aprendizagem Baseada em Problemas), cujos méritos são reconhecidos, mas que precisam ser apropriados com identidade própria.<strong> </strong>A<strong> educação inclusiva</strong>, nesse sentido, não é apenas garantir acesso físico, mas construir práticas pedagógicas que assegurem participação plena e aprendizagem significativa para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valorizar a singularidade como elemento essencial é reconhecer que cada escola pode e deve construir suas próprias formas de se apresentar ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao preparar estudantes para o ENEM e os vestibulares, essa escola não pode renunciar à formação do leitor ideal. Aquele que é capaz de contemplar, duvidar, interpretar, criar. Aquele que precisa de maturação. Como as plantas, cada pessoa envolvida no processo educativo cresce a seu modo, com suas estações, suas pausas, suas transformações internas. Impor uma única velocidade à formação é como exigir que todas as sementes floresçam ao mesmo ritmo e isso contraria os princípios da <strong>educação inclusiva</strong>, que reconhece a diversidade de tempos e percursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nesse projeto, o papel de quem educa é central. Não como objeto de formação, mas como sujeito do seu percurso. Alguém valorizado, escutado, com autonomia para construir e reconstruir seus saberes em diálogo constante com a realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valorizar o professor é reconhecê-lo como sujeito central na transformação da escola. É garantir sua autonomia formativa e protegê-lo das violências simbólicas, emocionais e institucionais que permeiam o cotidiano escolar. Isso inclui assegurar condições dignas de trabalho, tempo para formação, qualidade de vida e reconhecimento profissional. Se a sociedade remunera médicos e advogados com base em sua formação e responsabilidade, por que não o faz com quem forma todas as outras profissões? Quem ensina precisa ser reconhecido como criador de sentidos, formulador de saberes, cultivador do comum, e não mero executor de diretrizes externas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma escola que valoriza quem educa em todas as suas dimensões, é uma escola que se reconhece como organismo vivo, coletivo e comprometido com o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o horizonte que se abre diante de nós é o de uma floresta pedagógica. Em vez de salas de aula estanques, clareiras de encontro. Em vez de testes padronizados, perguntas frutíferas. Em vez de controles centralizados, redes de escuta e cuidado. A escola do futuro será como a floresta: diversa, sensível e cooperativa. Caso contrário, perderá sua razão de existir.</p>
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		<title>Giba Alvarez na folha de São Paulo: Maratona de vestibulares exige conhecer formato de provas e escolher o que focar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 20:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretor do cursinho da Poli fala sobre preparação para o vestibular, em reportagem do caderno de Educação do Jornal Folha de S. Paulo. ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="display: none"><p style="font-size:1px">Diretor do cursinho da Poli fala sobre preparação para o vestibular, em reportagem do caderno de Educação do Jornal Folha de S. Paulo. ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ </p></div>



<p class="wp-block-paragraph"><br><em><strong>Resolver questões antigas, fazer simulados e organizar o tempo são apontados como chave para a reta final</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A maratona dos vestibulandos já começou. Assim como os corredores enfrentam desafios nos quilômetros finais, os estudantes também encaram suas dificuldades nos últimos trechos do percurso. Com provas de estilos e formatos distintos, surge a necessidade de encontrar estratégias e planos de estudos para diferentes vestibulares. Giovana Helena Rossetti, 17, está entre o grupo de milhões de candidatos que enfrentam a sequência provas em busca de uma vaga na universidade. Ainda indecisa sobre qual caminho seguir, ela decidiu apostar em áreas completamente diferentes: medicina e engenharia mecânica. <br><br>Só neste mês, a estudante fez a prova da Unicamp, no último final de semana, e a do Einstein, onde tentará medicina. Nos próximos dias, pretende participar dos processos seletivos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), também para medicina. E, no caso de engenharia mecânica, ela está inscrita na Fuvest e na FEI, no fim do mês. Isso além de dois finais de semana de Enem, em 9 e 16 de novembro. A rotina de Giovana é marcada pelas aulas do terceiro ano do ensino médio, preparo específico para os vestibulares e tarefas do dia a dia. “O tempo é a questão mais difícil para todo vestibulando, porque parece que não vai dar tempo de estudar”, afirma. Para o professor Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho Poli, o preparo vai além de revisar conteúdos: envolve planejamento para cada prova. “É importante que o estudante conheça o formato de cada uma. As provas não são iguais e a forma de avaliação muda a maneira de planejamento.” <br><br>Diante das diferenças de estilos dos vestibulares, é importante que o estudante conheça como cada exame é formulado e corrigido. O Enem, por exemplo, utiliza a TRI (Teoria de Resposta ao Item), um sistema que busca avaliar o conhecimento dos candidatos, reduzindo as chances de acerto a partir do chute. Já provas como o da Fuvest seguem modelos tradicionais de correção. <br><br>Por isso, o professor Matheus Nahas, do Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, recomenda que os candidatos conheçam os formatos específicos. “O estudante precisa conhecer o estilo de prova e de pergunta, e como as bancas acabam questionando os conteúdos. E, além disso, não é fazer [os itens] só para conhecer a prova e o estilo, é também para ver se existe alguma coerência e semelhança entre os anos”, afirma Nahas. <br><br>Seguindo essa lógica, Giovana montou a sua estratégia. “Eu tento aprofundar nos conteúdos que já sei. Por que aqueles que eu ainda não aprendi sinto que não vou aprender direito, então é melhor eu avançar naquilo que já sei.” Resolver questões antigas, fazer simulados e organizar o tempo são apontados como chave para a reta final Maratona de vestibulares exige conhecer formato de provas e escolher foco Folha de S.Paulo · 02 nov. 2025 · Lucas Leite Os estudos de Giovana começam assim que ela chega em casa, no final da tarde. A estudante organiza sua rotina de acordo com as aulas do dia. “Se hoje tive matemática, química e física, prefiro estudar essas matérias. Além de estar mais fresco na memória, sinto que o conteúdo fixa melhor na minha cabeça.” A vestibulanda também procura equilibrar o foco entre os novos conteúdos e as revisões, além de reservar tempo para separar as dúvidas e levar as questões para os professores. <br><br>Nessa reta final de preparação, uma das dúvidas comuns é o que priorizar nos estudos: reforçar as matérias em que tem mais dificuldade ou focar nos conteúdos que mais caem nos vestibulares? Nahas explica que a escolha depende da nota de corte e do curso desejado. Segundo ele, para os menos concorridos, o ideal é focar conteúdos mais recorrentes, independentemente da facilidade do estudante com o tema. <br><br>Outro aliado importante é o simulado. Além de ajudar na revisão, os testes também são fundamentais para treinar a gestão do tempo e no preparo psicológico. “O simulado também prepara para a dimensão do cansaço. É nele que o estudante aprende a ficar muito tempo sentado numa cadeira para fazer a prova e treina a atenção”, diz Alvarez. O professor Matheus Nahas lembra que é importante não abrir mão das atividades físicas e um sono regulado. “Tem dia que você vai chegar muito cansado e vai pensar, ‘nossa, eu preciso descansar’. É bom você manter constância”, afirma a estudante Giovana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><a style="color: #2271B1 !important" href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/10/maratona-de-vestibulares-exige-conhecer-formato-de-provas-e-escolher-o-que-focar.shtml" data-type="link" data-id="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/10/maratona-de-vestibulares-exige-conhecer-formato-de-provas-e-escolher-o-que-focar.shtml" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para ver a matéria completa no site de Folha de São Paulo</a></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundação PoliSaber na 8ª Reunião Ordinária da CNODS Comunicação, Educação e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[A ética da palavra e a força da cooperação marcam o primeiro diado encontro em Brasília A Fundação PoliSaber participa da 8ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), realizada em Brasília nos dias 17 e 18 de outubro. O encontro reúne representantes do governo federal, da sociedade civil e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>A ética da palavra e a força da cooperação marcam o primeiro dia<br>do encontro em Brasília</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" width="700" height="525" class="wp-image-8342" style="width: 700px;" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025 10 17 at 15.26.30" title="Fundação PoliSaber na 8ª Reunião Ordinária da CNODS Comunicação, Educação e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável 4" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30.jpeg 1280w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-300x225.jpeg 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-1024x768.jpeg 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-17-at-15.26.30-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br>A Fundação PoliSaber participa da 8ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), realizada em Brasília nos dias 17 e 18 de outubro.<br><br>O encontro reúne representantes do governo federal, da sociedade civil e da academia para debater os desafios da sustentabilidade no Brasil e o papel das parcerias na aceleração da Agenda 2030, às vésperas da COP30.<br><br>Criada pelo Decreto nº 11.407/2023 e atualmente composta por 84 membros titulares, representantes do governo federal, representações subnacionais e sociedade civil, a CNODS tem caráter consultivo e paritário.<br><br>Sua missão é promover, acompanhar e difundir a implementação da Agenda 2030 no Brasil, fortalecendo a articulação entre políticas públicas, territórios e participação social.<br><br>As discussões do primeiro dia destacaram a importância de reafirmar a democracia, fortalecer o multilateralismo e traduzir a Agenda 2030 em políticas concretas e compreensíveis pela sociedade.<br><br>O Brasil é reconhecido como um espaço de resistência e inovação na agenda global de desenvolvimento sustentável, especialmente pela atuação plural da CNODS e dos Conselhos de Participação Popular.<br><br><strong>Comunicação, tecnologia e educação como tripé da sustentabilidade democrática</strong><br><br>Logo após o almoço, o presidente da Fundação PoliSaber e conselheiro da CNODS, professor Gilberto Alvarez Giusepone Junior, apresentou a reflexão “Comunicação, tecnologia e educação: o tripé da sustentabilidade democrática”.<br><br>Sua fala uniu conteúdo político, ético e pedagógico, propondo que a CNODS se consolide como um espaço de coaprendizagem entre governo e sociedade civil, no qual comunicar, inovar e educar são dimensões inseparáveis do desenvolvimento sustentável.<br><br><em>“Vivemos um tempo em que comunicar é exercer poder.</em><br><br><em>Quem define a narrativa, define o rumo do desenvolvimento.</em><br><br><em>Sem comunicação ética não há confiança; sem tecnologia justa não há soberania;<br><br>e sem educação permanente não há democracia.”</em><br><br>O professor apresentou também a proposta do Pacto pela Comunicação pelos ODS, iniciativa que busca integrar as dimensões ética, participativa e formativa da comunicação pública, promovendo transparência, inclusão e engajamento social na divulgação das ações ligadas à Agenda 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oficina: O caminho para 2030 — parcerias e mobilização</strong><br><br>Na sequência, ocorreu a oficina “O caminho para 2030: Parcerias para fortalecer a democracia e acelerar os ODS”, que propôs um exercício coletivo de escuta, cooperação e criação conjunta. A atividade convidou os conselheiros a refletirem sobre o que os mobiliza a participar da CNODS e o que cada um escolhe deixar de lado para estar presente.<br><br>Em sua contribuição, o professor Giba destacou que a emoção e o afeto são forças políticas reais de mobilização.<br><br><em>“A política pública precisa voltar a ter alma. A cooperação nasce do afeto e da escuta — é isso que sustenta o trabalho conjunto e a confiança entre governo e sociedade.”</em><br><br>A oficina foi marcada por um ambiente de diálogo, escuta ativa e valorização das experiências humanas que sustentam as políticas públicas. O tom de cooperação abriu caminho para as dinâmicas finais em grupos temáticos, que consolidaram propostas concretas para os próximos meses.<br><br><strong>Grupo 1: Monitoramento e Avaliação — dados que viram decisões</strong><br><br>No encerramento do primeiro dia, o professor Giba integrou o Grupo 1: Monitoramento e Avaliação da Agenda 2030, que discutiu o papel das plataformas e comissões na consolidação de sistemas públicos de acompanhamento dos ODS.<br><br>O grupo chegou a um consenso: as plataformas e comissões são elos entre o dado e a decisão, responsáveis por transformar informação em política pública e garantir a legitimidade do processo de monitoramento. A síntese das contribuições destacou quatro funções centrais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Integrar indicadores oficiais (IBGE, Ipea) e comunitários, evitando duplicações e lacunas.<br></li>



<li>Criar comunidades de prática, conectando ministérios, prefeituras e organizações sociais para leitura conjunta dos dados.<br></li>



<li>Fortalecer a transparência e a confiança pública, combatendo a desinformação.<br></li>



<li>Dar visibilidade territorial, mostrando onde os avanços ocorrem e onde persistem desigualdades.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Dar visibilidade territorial, mostrando onde os avanços ocorrem e onde persistem desigualdades.<br>A contribuição reforçou o compromisso da Fundação PoliSaber com o uso ético e educativo das tecnologias de informação, defendendo que monitorar é mais do que medir, é aprender coletivamente com os resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Síntese e legado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As participações da Fundação PoliSaber no primeiro dia consolidaram uma presença articuladora e propositiva dentro da CNODS. O professor Giba apresentou uma visão que une técnica e sensibilidade: comunicar com ética, cooperar com propósito e educar para a sustentabilidade democrática.<br><br>O Pacto pela Comunicação pelos ODS, proposto durante sua fala, nasce dessa síntese: uma convocação para que instituições públicas e privadas assumam a responsabilidade de comunicar com ética, inspirar com verdade e mobilizar com esperança.</p>
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		<item>
		<title>Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 19:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação PoliSaber teve a honra de participar da Primeira Roda de Conversa “O Conselho Quer Ouvir”, promovida pelo Conselho Nacional do SESI e realizada no auditório da FIESP. O evento reuniu especialistas e representantes de diversas instituições para debater estratégias educacionais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade. Nossa equipe teve a oportunidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Fundação PoliSaber</strong> teve a honra de participar da <strong>Primeira Roda de Conversa “O Conselho Quer Ouvir”, </strong>promovida pelo <strong>Conselho Nacional do SESI</strong> e realizada no auditório da <strong>FIESP</strong>. O evento reuniu especialistas e representantes de diversas instituições para debater <strong>estratégias educacionais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa equipe teve a oportunidade de compartilhar os aprendizados e desafios da atuação com as <strong>pessoas privadas de liberdade (PPL),</strong> destacando os impactos e avanços dos projetos desenvolvidos dentro do <strong>sistema prisional</strong>. Em uma troca enriquecedora, dividimos a mesa com a <strong>Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (FUNAP),</strong> discutindo os resultados das iniciativas híbridas que vêm sendo implementadas e o fortalecimento dos laços entre educadores e educandos neste contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento contou com a participação de importantes lideranças do setor educacional e de políticas públicas, entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fausto Augusto Junior</strong>, presidente do Conselho Nacional do SESI, que conduziu a mediação do encontro;</li>



<li><strong>Rita Figueiredo</strong>, supervisora técnica estadual do SESI-SP, que compartilhou experiências sobre educação para populações vulneráveis;</li>



<li><strong>Alexandre Pflug</strong>, superintendente do SESI-SP;</li>



<li><strong>Alexandre Cabrera</strong>, superintendente da FUNAP;</li>



<li><strong>Emerson Rodríguez Sanches</strong>, diretor da Unidade Prisional CPD II de Guarulhos;</li>



<li><strong>Cláudio Aparecido da Silva</strong>, ex-Ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O encerramento ficou a cargo do <strong>Padre Júlio Renato Lancellotti, Vigário Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo</strong> e pároco da <strong>Paróquia São Miguel Arcanjo</strong>, que trouxe reflexões valiosas a partir de sua atuação tanto no <strong>sistema prisional feminino</strong> quanto nos projetos voltados à população em <strong>situação de rua de São Paulo</strong>. Sua fala reforçou a importância de <strong>iniciativas pedagógicas inovadoras e inclusivas</strong>, ampliando o alcance da educação como ferramenta de transformação social.<br><br>Representando a <strong>Fundação PoliSaber</strong>, participaram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gilberto Alvarez</strong>, diretor-presidente da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Flávia Almeida</strong>, diretora-executiva da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Teo Sidarta</strong>, diretor pedagógico da Fundação PoliSaber;</li>



<li><strong>Emerson Bezerra Junior</strong>, professor de Ciências da Natureza;</li>



<li><strong>Renato Fonseca</strong>, professor de Linguagens;</li>



<li><strong>Rui Calaeresi</strong>, professor de Ciências Humanas;</li>



<li><strong>Caio Fábio Almeida</strong>, professor de Ciências da Natureza.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O evento foi uma excelente oportunidade para <strong>fortalecer parcerias, trocar experiências e ampliar iniciativas de reintegração social.</strong> Seguimos comprometidos com o desenvolvimento de <strong>projetos construídos em parceria com organizações da sociedade civil, empresas e governos</strong>, garantindo uma <strong>educação de qualidade para todos e promovendo inclusão e transformação na vida das pessoas.</strong></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="673" data-id="7834" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-1024x673.png" alt="s2 1" class="wp-image-7834" title="Fundação PoliSaber participa da primeira edição do evento “O Conselho Quer Ouvir” 8" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-1024x673.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-300x197.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1-768x505.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2025/02/s2-1.png 1033w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>O desafio de educar para uma realidade que precisa existir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 19:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Inclusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta reflexão tem como objetivo discutir os desafios da educação contemporânea, especialmente no que se refere à compreensão crítica das palavras &#8216;realidade&#8217; e &#8216;existir&#8217;.]]></description>
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Esta reflexão tem como objetivo discutir os desafios da educação contemporânea, especialmente no que se refere à compreensão crítica das palavras &#8216;realidade&#8217; e &#8216;existir&#8217;.

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