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	<title>Fundação PoliSaber</title>
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	<description>Educação Inclusiva e Impacto Social</description>
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		<title>PISA 2025 no Brasil: uma década passou e a aprendizagem não mudou o suficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 20:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[educação no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação PoliSaber]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Alvarez]]></category>
		<category><![CDATA[PISA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Educacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Em artigo no Congresso em Foco, Gilberto Alvarez analisa os novos dados do PISA e questiona por que o Brasil continua parado no mesmo ponto. Os números do PISA 2025 trazem um alerta. Dez anos seriam tempo suficiente para transformar uma geração de estudantes, mas no Brasil esse tempo passou sem a mudança que se [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em>Em artigo no Congresso em Foco, Gilberto Alvarez analisa os novos dados do PISA e questiona por que o Brasil continua parado no mesmo ponto.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Os números do PISA 2025 trazem um alerta. Dez anos seriam tempo suficiente para transformar uma geração de estudantes, mas no Brasil esse tempo passou sem a mudança que se esperava. É o que analisa Gilberto Alvarez, presidente da <a href="https://polisaber.org.br/inclusao-social/" data-type="page" data-id="7410">Fundação PoliSaber</a>, em artigo publicado no Congresso em Foco sobre os resultados do PISA 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Os dados do PISA 2025 no Brasil mostram um desempenho muito próximo ao registrado em 2015. Entre os estudantes de 15 anos, apenas 28% alcançaram a proficiência básica em Matemática, 49% em Leitura e 48% em Ciências. Em uma década, com reformas, investimentos e debates se sucedendo, os indicadores praticamente não se moveram — e é essa estagnação, mais do que qualquer nota isolada, que incomoda. Se tanto se discutiu sobre educação, por que a aprendizagem não avançou?</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:25px">O que o PISA 2025 revela sobre a aprendizagem</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Parte da resposta, propõe o autor, está no próprio sentido de aprender. Aprender não é apenas armazenar informações, mas reconhecê-las quando o problema aparece com outra forma. Ele recorre à imagem de uma caixa de ferramentas: de nada adianta possuí-las se o estudante não sabe qual usar diante de uma situação nova. É exatamente essa capacidade de aplicar o conhecimento em contextos diferentes que as avaliações internacionais tentam medir — e onde o Brasil ainda tropeça. O problema, portanto, não é só quanto se ensina, mas como esse conhecimento se converte em pensamento vivo, pronto para agir.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A esse desafio soma-se outro, mais silencioso. Entre 2015 e 2025, a distância entre estudantes favorecidos e desfavorecidos em Ciências aumentou, mostrando como a desigualdade social continua se traduzindo em desigualdade de aprendizagem. Ainda assim, há um dado que ilumina o caminho: cerca de 10% dos estudantes de contextos desfavorecidos superam o desempenho esperado — são os chamados academicamente resilientes, a prova de que a origem não precisa ser destino.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:25px">Do diagnóstico à ação</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A provocação final do artigo é construtiva. Em vez de apenas lamentar os números, Alvarez sugere investigar onde a desigualdade começa e aprender com as escolas e instituições que superam as expectativas mesmo em cenários adversos. Compreender o que funciona nesses casos é o passo para transformar boas práticas em políticas educacionais que cheguem, de fato, à sala de aula. É nessa direção que caminha o trabalho da Fundação PoliSaber: fazer da educação uma ferramenta concreta de transformação e de ampliação de oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>Leia o artigo completo de Gilberto Alvarez no Congresso em Foco:</strong><br><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/122582/uma-decada-passou-e-a-aprendizagem-nao-mudou-o-suficiente" target="_blank" rel="noopener">https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/122582/uma-decada-passou-e-a-aprendizagem-nao-mudou-o-suficiente</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Fundação PoliSaber lança e-book sobre obras da Fuvest e Unicamp 2027</title>
		<link>https://polisaber.org.br/obras-da-fuvest-e-unicamp-2027-ebook/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 14:23:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma leitura essencial para compreender as obras obrigatórias e se preparar melhor para os vestibulares A Fundação PoliSaber acaba de lançar o e-book Estudo Orientado – Obras da Fuvest e Unicamp 2027, em formato Kindle/Amazon. A obra consiste na análise mais completa das listas literárias obrigatórias encontrada na internet: reúne, em um só volume, um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Uma leitura essencial para compreender as obras obrigatórias e se preparar melhor para os vestibulares</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://polisaber.org.br/inclusao-social/">Fundação PoliSaber</a> acaba de lançar o e-book <strong>Estudo Orientado – Obras da Fuvest e Unicamp 2027</strong>, em formato Kindle/Amazon. A obra consiste na análise mais completa das listas literárias obrigatórias encontrada na internet: reúne, em um só volume, um estudo profundo de todos os títulos exigidos pelos dois vestibulares mais concorridos do País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No e-book, o leitor encontrará o conceito de Estudo Orientado, que consiste numa análise rica e profunda, não se limitando a leituras meramente expositivas ou explicativas. O corpo de autores conta com décadas de atuação nas áreas da docência e da produção didática, o que confere ao material uma profundidade que vai além de resumos de enredo, listas de personagens ou leitura sumária dos poemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é proporcionado por uma consistente estrutura de análise, que se inicia com o básico e segue trazendo uma série de informações e conexões importantes para os exames, levando o leitor a aprofundar suas reflexões sobre a obra.</p>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Como o e-book aprofunda as obras da Fuvest e Unicamp 2027</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O e-book Estudo Orientado se estrutura da seguinte forma:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autora ou autor:</strong> mais do que aspectos da vida do artista ou do pensador, o item traz considerações relevantes para entender a composição do título.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obra:</strong> estudos das narrativas (resumos, resenhas, reflexões, representações dos personagens, do tempo, do espaço, do foco narrativo, entre outros aspectos), dos poemas (imagens poéticas, estrutura, métrica, contexto histórico etc.) e de textos sociológicos (considerações sociológicas e filosóficas sobre os textos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exercícios:</strong> testes criteriosamente escolhidos para oferecer ao leitor um painel das principais tendências seguidas nas questões dos vestibulares mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente de outros materiais, que encerram seus conteúdos com listas de exercícios, o e-book editado pela Fundação PoliSaber vai além: oferece conteúdo que extrapola os textos, proporcionando na prática a intertextualidade e a leitura comparada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roda de leitura:</strong> apresenta textos complementares, de fontes variadas, selecionados com a finalidade de aprofundar a leitura e enriquecer a reflexão acerca da obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisar e ler:</strong> indicação de leituras que aprofundam determinados temas ou abrem perspectivas para outras discussões, voltadas a estimular a curiosidade, incentivar a pesquisa e enriquecer a visão geral do estudante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ver e ouvir:</strong> indicação de recursos variados, como músicas e filmes, que ampliam e conversam com os conhecimentos adquiridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passear:</strong> sugestões de sítios históricos, museus, praças, avenidas e passeios que complementam os estudos teóricos com vivências significativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Navegar:</strong> indicações de sites que tratam do tema em análise ou fornecem dados para novas explorações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ágora:</strong> no item final, há a apresentação de um tema, levantando dados e opiniões sobre assuntos polêmicos e de interesse prático para a observação crítica.</p>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Fundação PoliSaber</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ampliar as oportunidades de acesso às melhores universidades passa também por colocar conhecimento e ferramentas de estudo de qualidade ao alcance dos estudantes. Para além de uma publicação voltada à preparação para os vestibulares, o novo e-book <strong>sobre as obras da Fuvest e Unicamp 2027</strong> está diretamente relacionado aos princípios que orientam a atuação da Fundação: ampliar oportunidades por meio da educação e contribuir para que mais estudantes possam construir caminhos de acesso ao ensino superior público e de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao transformar a experiência acumulada pelos professores em um material que pode chegar a um número maior de estudantes, a Editora da Fundação PoliSaber amplia o alcance de um conhecimento construído ao longo de anos de trabalho em sala de aula e confirma o compromisso com sua missão de transformar a vida de pessoas ao promover formação integral, por meio de ações, projetos e experiências, oportunizando o acesso às melhores universidades, ao mundo do trabalho e ao pleno exercício da cidadania.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O e-book para Kindle <strong>Estudo Orientado: Obras da Fuvest e Unicamp 2027</strong> está à venda em:<br><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B0HJP6ZRJ5" target="_blank" rel="noopener">https://www.amazon.com.br/dp/B0HJP6ZRJ5</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mapas e bússolas: o verdadeiro desafio da Inteligência Artificial na educação</title>
		<link>https://polisaber.org.br/inteligencia-artificial-na-educacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 19:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação PoliSaber]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Alvarez]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial na educação já transforma a maneira como aprendemos, trabalhamos e produzimos conhecimento. Mas, diante de tecnologias capazes de oferecer respostas cada vez mais rápidas e sofisticadas, permanece uma questão fundamental: qual é a missão da educação em um mundo em que as máquinas podem responder cada vez mais? Em novo artigo publicado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A <strong>inteligência artificial na educação</strong> já transforma a maneira como aprendemos, trabalhamos e produzimos conhecimento. Mas, diante de tecnologias capazes de oferecer respostas cada vez mais rápidas e sofisticadas, permanece uma questão fundamental: qual é a missão da educação em um mundo em que as máquinas podem responder cada vez mais?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novo artigo publicado no Educação &amp; Tendências, Gilberto Alvarez, presidente da <a href="https://polisaber.org.br/contato/" data-type="link" data-id="https://polisaber.org.br/contato/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#14366e" class="has-inline-color">Fundação PoliSaber</mark></a>, diretor do Cursinho da Poli e membro titular da Mesa Diretora da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (CNODS), propõe uma reflexão sobre o papel da educação diante da expansão da Inteligência Artificial e sobre aquilo que permanece essencialmente humano: a capacidade de pensar, discernir, escolher e definir o caminho que queremos seguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da metáfora dos mapas e das bússolas, o artigo discute tecnologia, aprendizagem, ética, responsabilidade e o futuro da educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-small-font-size"><strong>Leia o artigo completo:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://educacaoetendencias.com.br/mapas-e-bussolas-o-verdadeiro-desafio-da-inteligencia-artificial-na-educacao/" target="_blank" rel="noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#14366e" class="has-inline-color">https://educacaoetendencias.com.br/mapas-e-bussolas-o-verdadeiro-desafio-da-inteligencia-artificial-na-educacao/</mark></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Inteligência artificial na qualificação profissional: a reflexão da Fundação PoliSaber</title>
		<link>https://polisaber.org.br/inteligencia-artificial-na-qualificacao-profissional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência artificial na educação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[PMQ]]></category>
		<category><![CDATA[qualificação profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Atividade do PMQ discutiu o uso da IA como ferramenta de apoio à aprendizagem, aos projetos e à resolução de problemas. Estudantes do PMQ – Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional participaram, em julho, de uma atividade especial sobre inteligência artificial na qualificação profissional, conduzida por Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/08/inteligencia-artificial-qualificacao-profissional-pmq-polisaber-1024x683.png" alt="Estudantes do PMQ em atividade sobre inteligência artificial na qualificação profissional, na Fundação PoliSaber" class="wp-image-8618" title="Inteligência artificial na qualificação profissional: a reflexão da Fundação PoliSaber 1" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/08/inteligencia-artificial-qualificacao-profissional-pmq-polisaber-1024x683.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/08/inteligencia-artificial-qualificacao-profissional-pmq-polisaber-300x200.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/08/inteligencia-artificial-qualificacao-profissional-pmq-polisaber-768x512.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/08/inteligencia-artificial-qualificacao-profissional-pmq-polisaber.png 1535w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-2 wp-block-paragraph" style="color:#828587"><em>Atividade do PMQ discutiu o uso da IA como ferramenta de apoio à aprendizagem, aos projetos e à resolução de problemas.</em></p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes do PMQ – <a href="https://polisaber.org.br/programa-manuel-querino/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#14366e" class="has-inline-color">Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional</mark></a> participaram, em julho, de uma atividade especial sobre <strong>inteligência artificial na qualificação profissional</strong>, conduzida por Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aula reuniu estudantes dos cursos de Assistente Administrativo e Técnica em Tranças, realizados na Escola de Formação Dona Lindu, em parceria com o <a href="https://smabc.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#14366e" class="has-inline-color">Sindicato dos Metalúrgicos do ABC</mark></a>. A proposta foi discutir como a inteligência artificial na qualificação profissional pode ser utilizada no cotidiano — pessoal e de trabalho — sem substituir o pensamento e a capacidade de decisão das pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O ser humano no centro da tecnologia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a atividade, Alvarez destacou que a tecnologia deve estar a serviço das ideias e dos projetos humanos. &#8220;A IA é uma tecnologia bem-vinda, mas quem está no centro não é ela, é o ser humano&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reflexão também abordou a importância de organizar o pensamento e compreender os contextos antes de utilizar ferramentas de inteligência artificial para enfrentar problemas complexos. Para o professor, esse processo passa por três etapas: primeiro, o pensamento; depois, a construção do projeto; e, por fim, sua realização e execução.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência artificial na qualificação profissional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse percurso, a IA pode atuar como ferramenta de aprendizagem, acompanhamento de tarefas e apoio à resolução de problemas, inclusive diante das transformações do mundo do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade integra as ações do PMQ voltadas à qualificação social e profissional e reforça a importância depreparar os estudantes não apenas para o uso da <strong>inteligência artificial</strong> e de outras novas tecnologias, mas também para compreender como utilizá-las de forma consciente e com propósito</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quem define as regras da confiança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 16:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Gilberto Alvarez Giusepone Junior — presidente da Fundação PoliSaber. Compreender a relação entre educação e confiança é essencial para interpretar os desafios do nosso tempo. O mundo como sistema interdependente As grandes transformações do nosso tempo raramente acontecem de forma isolada. Questões econômicas, tecnológicas, ambientais, políticas e sociais influenciam umas às outras, formando um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong> — presidente da Fundação PoliSaber</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Compreender a relação entre educação e confiança é essencial para interpretar os desafios do nosso tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mundo como sistema interdependente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As grandes transformações do nosso tempo raramente acontecem de forma isolada. Questões econômicas, tecnológicas, ambientais, políticas e sociais influenciam umas às outras, formando um cenário cada vez mais complexo e interdependente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, compreender o mundo exige mais do que acompanhar acontecimentos. Exige estabelecer relações entre eles, interpretar seus impactos e reconhecer como decisões tomadas em diferentes áreas influenciam a vida das pessoas, das organizações e dos países.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A confiança como ativo econômico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa reflexão torna-se ainda mais relevante quando temas como competitividade, soberania, governança e confiança passam a ocupar uma posição estratégica nas relações econômicas e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma economia cada vez mais dependente de transparência, rastreabilidade, previsibilidade e capacidade de cooperação, a confiança deixa de ser apenas um valor desejável e passa a constituir um ativo essencial ao desenvolvimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Educação e confiança: um papel estratégico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que a educação amplia seu papel. Mais do que preparar pessoas para o mercado de trabalho, ela deve contribuir para formar cidadãos capazes de compreender sistemas complexos, dialogar com diferentes perspectivas, tomar decisões responsáveis e participar da construção da vida coletiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma linha de reflexão da Fundação PoliSaber</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo “Quem define as regras da confiança?”, publicado pelo portal Congresso em Foco, o presidente da <a href="https://polisaber.org.br/">Fundação PoliSaber</a>, Gilberto Alvarez Giusepone Junior, propõe uma reflexão sobre a trama que conecta fenômenos aparentemente independentes e sobre o papel estratégico da educação na construção da confiança, da competitividade, da soberania e do desenvolvimento humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo integra uma linha de reflexões da <a href="https://polisaber.org.br/">Fundação PoliSaber</a> sobre educação, trabalho, dignidade humana e os desafios do século XXI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia o artigo na íntegra no Congresso em Foco:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/120606/quem-define-as-regras-da-confianca" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quem define as regras da confiança?</strong></a><em>Por Gilberto Alvarez Giusepone Junior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Novo Plano Nacional de Educação: entre metas, aprendizagem e significado</title>
		<link>https://polisaber.org.br/plano-nacional-de-educacao-pne-2026-2036/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cursinho da Poli]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Equidade Educacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação PoliSaber]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Alvarez Giusepone Junior]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
		<category><![CDATA[PNE 2026-2036]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre rotas e caminhos: o desafio do novo Plano Nacional de Educação O Brasil acaba de sancionar um novo Plano Nacional de Educação, instituído como política de Estado para o período de 2026 a 2036. Trata-se de um marco relevante para a organização das políticas educacionais no país, não apenas por seu conteúdo, mas pelo [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1024x683.png" alt="Plano Nacional de Educação PNE 2026-2036 e os desafios da educação brasileira" class="wp-image-8597" title="Novo Plano Nacional de Educação: entre metas, aprendizagem e significado 2" srcset="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1024x683.png 1024w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-300x200.png 300w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-768x512.png 768w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao-1536x1025.png 1536w, https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/06/plano_nacional_de_educacao.png 1541w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A sanção do novo Plano Nacional de Educação (PNE), válido para o período de 2026 a 2036, inaugura uma nova etapa para as políticas educacionais brasileiras. Com metas, estratégias e mecanismos de monitoramento mais estruturados, o plano busca fortalecer a aprendizagem, ampliar a equidade e aperfeiçoar a coordenação entre União, estados e municípios.<br>Mas, para além dos indicadores e instrumentos de gestão, permanece uma questão fundamental: como garantir que a educação continue reconhecendo as singularidades dos estudantes, das escolas e dos territórios?<br>Neste artigo, Gilberto Alvarez Giusepone Junior, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe uma reflexão sobre os desafios do novo ciclo educacional brasileiro, abordando temas como governança, autonomia, aprendizagem, permanência e a centralidade das relações humanas nos processos educativos.<br>Leia o artigo na íntegra.</figcaption></figure>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre rotas e caminhos: o desafio do novo Plano Nacional de Educação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil acaba de sancionar um novo Plano Nacional de Educação, instituído como política de Estado para o período de 2026 a 2036.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um marco relevante para a organização das políticas educacionais no país, não apenas por seu conteúdo, mas pelo momento em que surge: após uma década em que o plano anterior, aprovado em 2014, teve parte de suas metas não cumpridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE nasce mais estruturado e com maior capacidade de organização sistêmica. Com 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias, incorpora mecanismos de monitoramento contínuo e se articula ao Sistema Nacional de Educação, recentemente aprovado, que busca fortalecer a cooperação entre União, estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao estabelecer avaliações periódicas, metas claras e responsabilidades compartilhadas, o país dá um passo importante na tentativa de transformar planejamento em execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos aspectos, o novo PNE se assemelha a um sofisticado sistema de navegação. Ele estabelece direções, organiza prioridades, acompanha trajetórias e permite corrigir desvios ao longo do percurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de anos em que o principal desafio foi ampliar o acesso à escola, o plano sinaliza uma inflexão relevante: o foco agora recai sobre a aprendizagem, a equidade e a trajetória educacional dos estudantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse avanço não é trivial. A introdução de metas relacionadas ao desempenho, à alfabetização na idade adequada e à conclusão das etapas escolares representa uma mudança importante no modo como o país compreende seus desafios educacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que antes era medido pela presença na escola passa a ser avaliado também pela qualidade do percurso formativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há uma questão central que merece atenção: nenhum sistema de navegação, por mais preciso que seja, substitui o território real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A educação acontece em espaços concretos, marcados por histórias, identidades, desigualdades e relações humanas que não cabem integralmente em indicadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o plano se limita a organizar rotas, sem considerar a complexidade do caminho, corre o risco de produzir deslocamentos formais, sem garantir que a experiência educacional seja, de fato, significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que o Sistema Nacional de Educação, também recentemente aprovado, assume papel central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao estruturar a governança federativa, criar instâncias de pactuação e estabelecer mecanismos de acompanhamento, o SNE oferece as condições institucionais para que o PNE seja executado de forma mais coordenada. Trata-se de um avanço necessário em um país historicamente marcado pela fragmentação de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a mesma estrutura que pode fortalecer a coordenação pode, se mal conduzida, induzir a uma padronização excessiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao organizar o sistema em torno de metas nacionais, indicadores comparáveis e ciclos regulares de avaliação, há o risco de que a diversidade educacional brasileira seja reduzida a parâmetros comuns que nem sempre dialogam com as realidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um país continental, com profundas desigualdades regionais e culturais, a busca por equidade não pode significar homogeneização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o ponto de tensão mais delicado do novo ciclo educacional: equilibrar coordenação e autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, é inegável a necessidade de um sistema mais articulado, capaz de garantir direitos educacionais mínimos em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De outro, é igualmente fundamental preservar a capacidade das escolas de dialogar com seus contextos, construir projetos pedagógicos próprios e reconhecer as identidades dos estudantes que atendem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esse equilíbrio se perde, o risco é claro: a escola passa a ser compreendida como uma unidade de desempenho, e não como um espaço vivo de formação humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, emerge um segundo desafio, ainda pouco explorado no debate público: a centralidade da relação pedagógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprendizagem não se realiza exclusivamente por metas ou indicadores, mas pela qualidade da interação entre educador e estudante, pela mediação intencional do conhecimento e pela capacidade de construir sentido a partir da experiência escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao valorizar o monitoramento e os resultados, o novo PNE avança em relação ao passado. Ainda assim, se não for acompanhado de uma reflexão mais profunda sobre as condições concretas de ensino e aprendizagem, pode reforçar uma compreensão restrita de educação, na qual o estudante se torna um dado estatístico e o professor, um executor de metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda um terceiro ponto que merece atenção: a diferença entre acesso, aprendizagem e permanência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil avançou de forma significativa na garantia do acesso à escola. O novo plano busca avançar na aprendizagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o desafio da permanência qualificada, aquela que reconhece o estudante em sua integralidade, sem exigir que ele abandone sua identidade para se adaptar ao sistema, permanece como uma agenda em aberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, falar em equidade exige ir além da distribuição de oportunidades. Exige reconhecer trajetórias, contextos e formas diversas de aprender. Exige, sobretudo, compreender que inclusão não se resume à presença na escola, mas envolve pertencimento, participação e desenvolvimento pleno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE, ao estabelecer metas e diretrizes para a próxima década, cria uma oportunidade concreta de avanço. Ainda assim, seu sucesso não dependerá apenas da qualidade de sua formulação ou da robustez de seus mecanismos de monitoramento. Dependerá, sobretudo, da forma como será implementado nos territórios, nas redes e, principalmente, nas escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio do Brasil, nos próximos dez anos, não será apenas cumprir metas, mas transformar essas metas em experiências educacionais significativas e efetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que seguir rotas previamente definidas, será necessário garantir que o percurso educacional faça sentido para quem o percorre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o risco do novo PNE não está apenas em não ser cumprido, mas em ser executado de forma tecnicamente eficiente e pedagogicamente limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, ao contrário de um sistema de navegação, a educação não se realiza apenas ao chegar ao destino; ela se constrói no caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong> é presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli. Atua na área educacional com foco em políticas públicas, formação de educadores e democratização do acesso ao ensino superior. Integra a Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS).</p>



<p class="is-style-default wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6&#215;1 revela sobre o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil. Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://polisaber.org.br/wp-content/uploads/2026/05/escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado-1024x683.jpg" alt="A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: escala-6x1-trabalho-caixa-supermercado.jpg" title="Quem tem direito ao tempo? O que a escala 6x1 revela sobre o Brasil 3"></figure>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O debate sobre a escala 6&#215;1 ultrapassa a discussão sobre jornadas de trabalho e revela desafios estruturais relacionados ao tempo, à educação e à desigualdade social no Brasil.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">Gilberto Alvarez, presidente da Fundação PoliSaber e diretor do Cursinho da Poli, propõe essa reflexão em artigo publicado originalmente no Congresso em Foco, analisando como diferentes formas de trabalho impactam o direito ao estudo, ao descanso, à convivência e ao desenvolvimento humano.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph" style="color:#555555;font-size:12px;font-style:normal;font-weight:300;letter-spacing:0.2px">O artigo destaca ainda a importância de políticas públicas, responsabilidade social e integração entre educação e trabalho na construção de uma sociedade mais equilibrada e inclusiva.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:14px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O tema não é novo. A Constituição de 1988 já havia estabelecido limites à jornada de trabalho no Brasil, fixando as 44 horas semanais como referência. Mas a discussão que agora retorna com força vai além de um ajuste regulatório. Ela toca em uma questão muito mais antiga, a forma como organizamos o tempo da vida em sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a revolução agrícola, passando pela industrial, o trabalho se tornou o principal organizador do tempo humano. O que muda no século XXI é que esse tempo, cada vez mais comprimido, passa a se apresentar como uma das formas mais raras e desiguais de riqueza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escala 6&#215;1 não é apenas um modelo de jornada. Ela expressa uma lógica mais profunda, na qual o tempo de descanso, de convivência, de estudo e de desenvolvimento pessoal se torna residual. Não por acaso, o debate ganhou força ao tocar em algo que muitas pessoas reconhecem antes mesmo de nomear, a sensação persistente de viver para trabalhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de tempo não produz apenas cansaço físico. Ela altera a forma como pensamos, como decidimos e até como enxergamos o futuro. Quando o tempo se reduz ao trabalho, a vida se estreita. A atenção se fragmenta, o planejamento se enfraquece e o futuro deixa de ser projeto para se tornar apenas continuidade do presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há um ponto que o debate ainda não enfrentou com a devida profundidade. Ele parte, quase sempre, da realidade do trabalho formal. E isso, no Brasil, já é uma limitação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto uma parcela da população discute a redução da jornada, outra sequer tem jornada a reduzir. São milhões de pessoas na informalidade, submetidas a rotinas imprevisíveis, sem direitos, sem proteção e, muitas vezes, sem qualquer controle sobre o próprio tempo. Nesse contexto, o problema não é apenas trabalhar demais. É não saber quando se vai trabalhar, quanto se vai ganhar e se haverá renda ao final do mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, a exaustão. De outro, a instabilidade. Em comum, a mesma consequência, a dificuldade de organizar a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que o debate sobre trabalho precisa encontrar a educação, ou, de forma mais ampla, o direito ao tempo de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem trabalha seis dias por semana dificilmente encontra tempo e energia para estudar com qualidade. Quem vive do trabalho informal, muitas vezes, não consegue sequer sustentar uma rotina mínima de aprendizagem. Ainda assim, seguimos tratando a educação como se fosse um caminho igualmente acessível a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudante trabalhador vive um desafio silencioso. Frequenta aulas cansado, estuda de madrugada, perde continuidade, acumula lacunas. Em muitos casos, abandona. Quando permanece, o faz em condições muito mais difíceis do que aquelas enfrentadas por quem dispõe de tempo, estabilidade e apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa desigualdade não começa na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em regiões do Norte do Brasil, é comum que crianças se ausentem da escola durante períodos de colheita do açaí. Não se trata de uma exceção regional, mas de uma expressão visível de um problema nacional. O trabalho precoce atravessa a infância e compromete o tempo de vida, inclusive o tempo de aprender, em diferentes partes do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória é contínua. O tempo que falta na infância compromete a aprendizagem. A dificuldade se acumula na juventude. E, na vida adulta, o trabalho, formal ou informal, ocupa o espaço que poderia ser de estudo, descanso, convivência e desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há algo que raramente entra nesse debate. O que significa, afinal, ter tempo para viver?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter tempo para viver é poder estar com a família, participar de celebrações, construir vínculos, acompanhar o crescimento das crianças, cultivar amizades, ter momentos de descanso e até de contemplação. É poder existir para além da lógica produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas mulheres, esse tempo já não existe. Entre o trabalho remunerado, o cuidado com os filhos e filhas, as tarefas domésticas e, em alguns casos, o estudo, a jornada não termina. Ela se sobrepõe, se acumula, se fragmenta. A discussão sobre jornada de trabalho, quando desconsidera essa realidade, ignora que, para uma parcela significativa da população, o problema não é apenas a duração da jornada, mas a impossibilidade de interrompê-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo não é apenas uma medida da economia. É também uma medida de desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o debate sobre a escala 6&#215;1 é importante, mas insuficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É também por isso que o Congresso Nacional brasileiro precisa ampliar o alcance da discussão que hoje conduz. Reduzir a pauta à duração da jornada é tratar apenas parte do problema. É fundamental incorporar as diferentes realidades do trabalho no país, incluindo a informalidade, a condição do estudante trabalhador e as múltiplas jornadas que atravessam a vida de milhões de mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a responsabilidade não se encerra no Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Poder Executivo tem papel decisivo na formulação de políticas públicas que articulem trabalho, educação e proteção social. E o setor empresarial precisa reconhecer que a forma como organiza o trabalho não é neutra. Ela define, na prática, o tempo de vida de milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um país marcado por cadeias produtivas extensas e desiguais, essa responsabilidade se amplia. Decisões tomadas nos níveis mais altos da produção repercutem na base, muitas vezes de forma invisível, comprimindo jornadas, ampliando a informalidade e reduzindo o tempo disponível para viver, estudar e se desenvolver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de reconhecer que dignidade no trabalho é também uma escolha organizacional, econômica e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem essa corresponsabilidade entre Estado, empresas e sociedade, qualquer mudança será limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, não estamos discutindo apenas modelos de jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos decidindo que tipo de sociedade estamos dispostos a sustentar, e quem poderá, de fato, viver nela com dignidade.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gilberto Alvarez Giusepone Junior</strong></p>



<p class="has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-10 wp-block-paragraph" style="color:#474747">Presidente da Fundação PoliSaber, organização dedicada à educação e ao desenvolvimento de soluções de impacto público, e diretor do Cursinho da Poli</p>



<div style="height:39px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Artigo publicado originalmente no site Congresso em Foco.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/118716/quem-tem-direito-ao-tempo" target="_blank" rel="noopener">Leia o artigo original no Congresso em Foco</a></p>
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		<title>Professor Giba Alvarez comenta a Fuvest 2026 na Rádio Transamérica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 23:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026. Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Cursinho da Poli, professor Gilberto Alvarez, participou do Paulista TMC, da Rádio Transamérica, e apresentou uma análise detalhada da 1ª fase da Fuvest 2026.<br><br>Para ele, a prova foi considerada exigente, não pela complexidade dos conteúdos, mas pelo distanciamento entre o que a prova cobra e a formação oferecida pela maior parte do ensino médio brasileiro.<br><br>A Fuvest privilegiou leitura profunda, repertório cultural, interdisciplinaridade e a interpretação de fenômenos reais.<br><br>O professor também destacou a presença do inglês como linguagem científica e a necessidade de preparação sólida para a segunda fase, especialmente no que diz respeito à escrita clara e à maturidade intelectual.<br><br>A análise reafirma a missão do Cursinho da Poli: formar leitores do mundo, ampliar repertórios e preparar estudantes para os desafios da universidade pública com profundidade e responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>#CursinhoDaPoli #FUVEST2026 #USP #EducaçãoTransformadora #Vestibulares</em></strong></p>



<video src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4" type="video/mp4" controls style="width:100%; height: 500px">
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		<title>Convocar o Futuro. Educação inclusiva, responsabilidade pública e decisões estruturais em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 13:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento. É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais. A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entrar em 2026 não é apenas atravessar um novo ciclo de planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É reconhecer que vivemos um tempo histórico que exige decisões mais conscientes, responsáveis e estruturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aceleração tecnológica, a lógica do desempenho permanente e a transformação de quase tudo em dado e indicador alteraram profundamente a forma como sociedades decidem, investem e se organizam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O risco desse processo não está na tecnologia em si, mas na perda da centralidade do humano nas decisões que moldam o futuro coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que a educação se reafirma como infraestrutura social estratégica. Não como produto, promessa rápida ou ação isolada, mas como eixo estruturante da democracia, do desenvolvimento sustentável, da redução das desigualdades e da promoção de uma <strong>Educação inclusiva</strong> capaz de reconhecer e valorizar a diversidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Educar é trabalhar com o tempo longo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É reconhecer que formação não se mede apenas por resultados imediatos, mas pela capacidade de indivíduos e instituições compreenderem a realidade, tomarem decisões éticas e sustentarem projetos de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação PoliSaber atua a partir desse entendimento. Sua missão é articular educação, inovação e políticas públicas de forma responsável, compreendendo que juventudes, trabalho, tecnologia e democracia são dimensões inseparáveis do futuro que desejamos construir, tendo a <strong>Educação inclusiva</strong> como princípio orientador desse compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convocar, para nós, não é acelerar agendas nem impor soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convocar é chamar empresas, governos, organizações e a sociedade civil à responsabilidade compartilhada sobre os caminhos que estamos abrindo (ou fechando) para as próximas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro não acontece por inércia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é resultado das decisões que tomamos agora: nos investimentos que priorizamos, nas políticas que formulamos, nas tecnologias que escolhemos desenvolver e nas pessoas que decidimos formar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao entrar em 2026, a Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com a educação como bem público, com a inovação ética e com a construção de soluções que ampliem o acesso, reduzam desigualdades e fortaleçam a democracia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguimos convocando.<br>Seguimos construindo.<br>Seguimos comprometidos com o futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fundação PoliSaber analisa a Fuvest 2026: leitura, cultura e formação crítica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávia Giusepone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 12:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas. Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.Essas exigências dialogam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Fundação PoliSaber, professor Gilberto Alvarez, concedeu entrevista à Rádio Transamérica analisando a primeira fase da Fuvest 2026 sob a ótica da formação educacional e das políticas públicas.<br><br>Segundo ele, o exame evidencia uma transformação essencial no país: vestibulares que cobram competências leitoras, repertório cultural, pensamento crítico e integração entre áreas.<br>Essas exigências dialogam diretamente com a BNCC e com a necessidade de fortalecimento do Sistema Nacional de Educação.<br><br>O professor apontou que a dificuldade percebida pelos estudantes está menos nos conteúdos e mais na distância entre o vestibular e o modelo escolar vigente.<br>A entrevista reforça a importância de formar leitores críticos e culturalmente conectados para enfrentar os desafios contemporâneos.<br><br>A Fundação PoliSaber reafirma seu compromisso com uma educação que ultrapassa o conteudismo e promove uma formação ampla, ética e cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>FundaçãoPoliSaber #Educação #BNCC #SNE #FormaçãoIntegral #LeituraCrítica #USP #FUVEST2026</em></strong></p>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://cursinhodapoli.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ENTREVISTA-GIBA-ALVAREZ-PAULISTA-TMC-2411-1.mp4"></video></figure>
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